Ore pela paz de Jerusalém – informe de 01 a 15.07.2012

E Moisés fez uma serpente de bronze, e pô-la sobre a haste (al-haness - עַל־הַנֵּס); e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de bronze, vivia

Ora, ninguém subiu ao céu, senão O Que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céuE, como Moisés levantou (nissa - נִשָּׂא) a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; para que todo aquele que nELE crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.13-15).
Gostaria de chamar a atenção para duas palavras hebraicas dos textos acima:
1.       Nissa (נִשָּׂא) – traduzida por ‘levantou’, também pode ser traduzida por: alto, elevado, sublime; carregador, transportador.
A forma infinitiva do verbo (lâmed-shin-álef-tav) – carregar, transmitir, continuar; levantar, alçar, ascender, erguer, suspender, elevar, içar; exaltar; dar à luz, parir; sofrer; prolongar, permanecerresistir, aguentar; durar; casar; unir; desposar; ajuntar, aliar; casar-se; perdoar.
2.       Ness (נֵּס) – traduzida por haste. Essa palavra, no hebraico, pode significar: haste, estandarte, bandeira (YHVH Nissi – YAHVEH é minha Bandeira ou meu Milagre), emblema, sinal, MILAGRE.
Na experiência de Números 21, o povo se encontrava em algum período de seus quarenta anos de caminhada pelo deserto. Aharon, o sumo sacerdote, havia acabado de morrer no Monte Hor (Números 20.23-29), e isso foi a constatação, para o povo, de que nem o sumo sacerdote escaparia do julgamento de YHVH, pois, na jornada anterior, em Cades, Moshe e Aharon desonraram o SENHOR diante dos filhos de Israel, não crendo que se só falassem à rocha dela brotaria água, como lhes dissera ELE. E Moshe bateu na rocha duas vezes e irado com o povo. Ao não santificarem Seu Nome diante de Israel, o SENHOR jurou que eles também não fariam o povo entrar na terra prometida (Números 20.9-12). Ali também tiveram que lutar contra os cananeus e o SENHOR lhes deu vitória (Números 33.39-41). Mas, ao saírem de lá, por causa do desvio para circundar a terra de Edom, o povo se angustiou, irritou-se:
a alma do povo angustiou-se naquele caminho. E o povo falou contra DEUS e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito para que morrêssemos neste deserto? Pois aqui nem pão nem água há; e anossa alma tem fastio deste pão tão vil” (Números 21.4,5).
O povo estava a caminho de Tsalmonah (צַלְמֹנָה) (Números 33.41), cujo significado é: sombras densas, trevas profundas ou ‘sombra da morte’ (escuridão - צַלְמָוֶת), conforme a descrição do profeta Jeremias 2.5,6 – “Assim diz o SENHOR: Que injustiça acharam vossos pais em Mim para se afastarem de Mim, indo após a vaidade, e tornando-se levianos? E não disseram: Onde está o SENHOR, que nos fez subir da terra do Egito, que nos guiou através do deserto, por uma terra árida, e de covas, por uma terra de sequidão esombra de morte (צַלְמָוֶת), por uma terra pela qual ninguém transitava, e na qual não morava homem algum?
Mas, Tsalmonah também significa proteção retirada – às vezes, o SENHOR tem que reter Sua proteção para que aqueles que O tentam saibam o que é viver sem Sua Presença, sem Sua vida, sem ELE mesmo; permite as experiências de ‘sombra de morte’e trevas densas, para que experimentemos o que é viver sem a Verdadeira Luz. Tudo isso foi o que aconteceu em Tsalmonah, com as serpentes.
Ali em Tsalmonah, cansados e desanimados, deram lugar à irritação, porque não estavam enxergando as razões do SENHOR para o desvio; sequer confiaram nELE (seus líderes fizeram o mesmo, algumas jornadas atrás), ainda que não encontrassem injustiça em Suas ações, ouvindo suas próprias razões, dando ouvidos à sua própria voz, a voz da carne. Embora fosse breve a angústia, entregaram-se às trevas e escuridão momentâneas, tornaram-se levianos e murmuraram contra o SENHOR, questionando-O porque os havia tirado do Egito para percorrer uma terra sem gente, sem pão, sem água, terra árida, cheia de covas (morte), terra inóspita e inabitável – por esse caminho o SENHOR os fazia andar, e preferiam estar na ‘comodidade’ do Egito (mundo, pecado, escravidão). Não podiam entender que o SENHOR queria matar o velho homem neles para que pudessem, como odres novos, receber as bênçãos reservadas na terra prometida (ela em si já era a própria bênção).
E desprezaram-nO e à Sua provisão no deserto. Estavam enfastiados do Manah, a oferta diária do PAIo pão que provinha do céu, consideraram-no vil. Rejeitar Sua provisão é rejeitar o próprio MESSIAS, a oferta do PAI para tirar o pecado do mundo e lidar com a raiz do problema com nossa dificuldade em obedecer Sua Torah (Seus ensinos e leis), o Pão Vivo que desceu do céu, o Próprio DEUS feito gente, que veio à Terra, despojando-Se do Ser DEUS, rebaixando-Se à condição de gente, para viver como gente, aprender a obediência pelo tanto que sofreu e ser levado à morte como gente, embora NUNCA tenha pecado como a gente, por amar, enquanto gente, infinitamente mais ao PAI do que ao mundo e às coisas do mundo,infinitamente mais à Sua vontade do que a Si próprio, por escolher conhecer e praticar a vontade do PAI em detrimento de Sua própria vontade, por optar por viver a vida que o PAI tinha sonhado para ELE.
Uma vez que o povo desprezou a provisão de YAH, Seu Filho, retirou Sua proteção por um tempo, em respeito à vontade deles que não se satisfaziam com as coisas do SENHOR, com Sua Provisão, entregando-os aos desejos de sua carne, para satisfazerem-se com o que havia no deserto: serpentes venenosas aos montões (até então, o SENHOR lhes guardara delas).
Como comida de serpente é  (Gênesis 3.14c) e o homem foi feito do  e ao  retornará (Gênesis 3.19), ao verem as serpentes ‘tanta comida’, começaram a picar os homens e a matá-los, para que pudessem se alimentar do pó do qual o homem, sua carne, é feito. Quando voltaram-se para a carne, satisfizeram não a si mesmos, mas a satanás.
E é assim que, quando pensamos em satisfazer a nós mesmos e à nossa carne, ao fim, só estamos satisfazendo a satanás, o inimigo de nossas almas…
Essa foi a experiência de Tsalmonah, que começou com o não entender e, por conseguinte, o não confiar no modo de YAH agir em nossas vidas para arrancar as coisas do velho homem que ainda nos controlam e, onão aceitar Sua provisão, seguido da murmuração e da renúnciarejeição de tudo o que ELE fez e conquistou na cruz por nós. Seu clamor e anúncio de ‘está consumado’ nos garante toda a provisão para vencermos a nós mesmos, ao pecado, ao mundo e a satanás. A vitória está em nossas mãos!

O que me impede de utilizar Seus recursos conquistados na cruz é meu amor maior a mim mesma, ao pecado, do que à Sua perfeita e honesta vontade para mim, do que a ELE mesmo!
Não é pela magnitude de minha monstruosidade que o SENHOR me abandona, mas porque eu decidi gozar da minha monstruosidade
(Gino Iafrancesco V. – El Libro de Las Jornadas, 2001, página 565).
E, quando faço isso, por respeito à minha decisão, ELE retira Seu ‘guarda-chuva’ de proteção e os canivetes do inimigo me atingem!
Paulo descreve essa experiência, em 1 Coríntios 10.9-11, como figura para nós e que foram registradas pelo Espírito Santo para nosso ensino e aviso, porque são chegados os fins dos tempos – “não tentemos a CRISTO, como alguns deles também tentaram, e pereceram pelas serpentes. E não murmureis, como também alguns deles murmuraram, e pereceram pelo destruidor. Ora, tudo isto lhes sobreveio como figuras, e estão escritas para aviso nosso, para quem já são chegados os fins dos séculos”.
Eles, no deserto, tentaram a CRISTO. De que modo? Tendo fastio do Manah, a Palavra Viva, tipologia do próprio MESSIAS de Israel, e considerando-O vil, desprezível, odioso, fraco, insuficiente… Como se Sua obra na cruz não fosse suficiente, mesmo tendo ELE bradado: ‘ESTÁ CONSUMADO’!
Na experiência de Shavuot (sobre o qual ministrei algumas semanas atrás), eles também desprezaram a Palavra, o Filho de DEUS e MESSIAS de Israel. Mas, tinham ‘acabado de sair do Egito’. Alguns anos mais tarde, ainda que tivessem passado por muitas situações e experimentado mais e mais a bondade e a misericórdia do SENHOR, continuaram a rejeitar Sua provisão, S(s)eu MESSIAS – “Se alguém Me ama, guardará a Minha Palavra, e Meu PAI o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada. Quem não Me ama não guarda as Minhas Palavras; ora, a Palavra que ouvistes não é Minha, mas do PAI que Me enviou” (João 14.23,24). Pela dureza de coração não herdaram a terra prometida! Às vezes, pela dureza de nosso coração, não recebemos o ‘sonho de DEUS’ para nós e ainda temos a ousadia e dizer que ‘ouvimos equivocadamente Sua voz ao declarar Sua vontae e promessa para nós’…
Cada jornada pelo deserto foi uma experiência com o SENHOR, Seu tratamento para a condição humana caída e pecaminosa na sua devida proporção e seriedade e, ao mesmo tempo, um encontro contínuo com Seu perdão, com Sua bondade e misericórdia (porque juízo e misericórdia andam de mãos dadas – Salmo 89.14;Zacarias 7.9).
Cada jornada visou: “E te lembrarás de todo o caminho, pelo qual o SENHOR teu DEUS te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, e te provarpara saber o que estava no teu coraçãose guardarias os Seus mandamentos, ou não” (Deuteronômio 8.2). As lutas e provações têm o mesmo papel: humilhar-nos e provar-nos, revelar-nos o que há em nossos corações para que nos voltemos para o SENHOR e nos humilhemos diante de Sua potente mão, e dELE aprendamos a depender e a extrair da comunhão com ELE o necessário para a vida.
Não foi diferente a jornada em Tsalmonah. Mas, louvado seja YAH que para toda a prova há uma provisão, para toda a humilhação há uma exaltação, para Tsalmonah, que foi uma jornada, um tempo (Números 21.4-6), um período muito breve de aprendizado e arrependimento, houve Punon (Números 33.42), a jornada seguinte, onde o povo encontrou o refrigério de YAH, Sua provisão de cura e salvação (Números 21.7-9)!
O povo em aflição (desta vez pelas consequências de terem se rebelado contra o SENHOR e se apartado dELE) pediu a Moshe que intercedesse por ele junto a YHVH, pois havia pecado contra ELE e Seu ungido. “E disse o SENHOR a Moisés: Faze-te uma serpente ardente, e põe-na sobre uma haste (ness); e será queviverá todo o que, tendo sido picado, olhar para ela” (Números 21.8). O SENHOR estava mostrando a eles o Seu plano de salvação. O antídoto da morte seria olhar para a ‘serpente ardente’ levantada numa haste (ness) – o milagre estava ‘dependurado’, mas era preciso tirar os olhos de sua condição de feridos, envenenados, prestes a morrer, tirar os olhos de si mesmos e olhar para a ‘serpente ardente’ sobre a haste. Era preciso olhar para o provocador da morte hasteado, julgado e condenado. Era preciso sair do natural e ir ao sobrenatural, por meio da fé, do crer que ao olhar a serpente julgada, seria curado, olhar para o ‘milagre’.
E a serpente tinha que ser de bronze (n’choshet), porque esse metal aponta para juízo. O SENHOR JESUS disse: “Agora é o juízo deste mundo; agora será expulso o príncipe deste mundo. E EU, quando for levantado da terra, todos atrairei a Mim. E dizia isto, significando de que morte havia de morrer” (João 12.31-33) – ELE estava Se comparando àquela serpente ardente de bronze que foi levantada para trazer salvação àqueles que para ela olhassem. Naquela cruz, ELE era todo pecado e sobre ELE estava todo o juízo do PAI sobre a humanidade pecadora e caída. Em Sua carne, precisava carregar todo o veneno de satanás para que, sendo morto, o veneno não teria mais efeito sobre todo aquele que para ELE olhasse. A serpente de bronze erguida era a tipologia de que satanás e suas obras nos homens seriam julgados, fincados no madeiro e mortos e expulsos deste mundo pelo mesmo trunfo com o qual prendia as pessoas, a morte (1 Coríntios 15.26), por meio dAquele que carregaria todas as suas obras sobre Si e seria julgado por elas, levantado no madeiro, para que o olhar de todos fosse atraído a Si e salvasse a todos que para ELE olhassem!!! JESUS naquela cruz estava condenando satanás de uma vez por todas, estava matando a morte; e, ao ressuscitar, tomou de suas mãos esse trunfo de aprisionamento (Apocalipse 1.18) e garantiu a liberdade para segui-lO por onde quer que vá. HalleluYAH!!!
Para ser salvo, tinha que olhar para o ‘milagre’ erguido na haste. O milagre não era a serpente, mas seu juízo e de suas obras, era o próprio DEUS dependurado para julgar, no nível de Suas exigências, a satanás e suas obras terríveis no meio dos homens.
Em João 3, Nicodemos, um fariseu, religioso e um líder (principal) no meio de seu povo (v.1), buscou a JESUS, às ocultas (com medo dos outros principais e líderes religiosos), porque percebera, por Suas obras e palavras, que era distinto dele. E JESUS foi de encontro às suas necessidades, falando do novo nascimento. E, nesse contexto, JESUS fez menção do que acontecera em Tsalmonah e de como o povo havia LHE rejeitado enquanto o ‘manah (Pão Vivo, a Provisão do PAI) que desceu do céu’. Nesse contexto de novo nascimento, o SENHOR apresenta a solução a Nicodemos – sair do natural e olhar para o sobrenatural de DEUS, olhar para Seu milagre – o inimigo e suas obras condenados na carne do absolutamente inocente Filho do Homem, revestido do pecado de toda a humanidade – esse era o caminho do novo nascimento:- no hebraico, João 3.14 diz: ‘E como levantou Moshe no deserto aquela serpente sobre a haste (al-haness -עַל־הַנֵּס) assim (ken -  כֵּן- verdadeirosincero – isso realmente vai acontecer, deve acontecer) será levantado o Filho de Adam’. No hebraico, a expressão ‘sobre a haste’ é escrita (ainda que não apareça nas traduções inglesas, espanholas, portuguesas, gregas). Como não há vírgulas, este ‘sobre a haste’ pode referir-se à serpente no deserto como ao Filho do homem que será levantado sobre a haste – e ELE foi levantado sobre a haste do madeiro. Ao mesmo tempo, o fato de ter morrido no madeiro e ressuscitado, sublime SENHOR, foi exaltado à destra do PAI por não poder ser retido no hades, pois satanás não encontrava nada nELE (João 14.30). HalleluYAH por nosso Salvador e SENHOR!!! A cruz (haste), na concepção do PAI, é o MILAGRE para sua vida e a minha!

Porque DEUS amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho Unigênito para que todo o que nELE crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque DEUS enviou o Seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ELE. Quem crê nELE não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no Nome do Unigênito Filho de DEUS. E a condenação é esta: Que a Luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a Luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal odeia a Luz, e não vem para a Luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a Luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em DEUS” (João 3.16-21).
Quando YEHOSHUA Se ‘comparou’ a uma serpente de bronze pendurada na haste, ou seja, julgada, estava dizendo que, como Homem, ELE experimentou todo tipo de tentação a que estamos sujeitos, mas nunca Se rendeu à serpente, condenando o pecado em Sua carne, para que fôssemos feitos JUSTIÇA DE DEUS NELE: “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado (Se comparou à serpente) por nós; para que nELEfôssemos feitos justiça de DEUS” (2 Coríntios 5.21). A cruz é a lança que pendurou e matou a serpente – a cruz representa o milagre da salvação e da cura da humanidade. O Seu sangue derramado foi o preço (altíssimo) pago para o perdão dos pecados e a cruz é a experiência pela qual ELE passou para vencer o pecado até a morte.
A cruz é o lugar onde devemos manter nossa carne até que o último inimigo seja vencido em nós mesmos, a morte! “Se alguém quer vir após Mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-Me” (Lucas 9.23). “…irmãos, somos devedores, não à carne para viver segundo a carne. Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis” (Romanos 8.12,13).
Mas ELE também Se fez maldição por nós ao ser levantado no madeiro, para que fôssemos resgatados da maldição da Torah: “CRISTO nos resgatou da maldição da Torah, fazendo-Se maldição por nós; porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado no madeiro” (Gálatas 3.13)
Ali, naquela experiência do povo no deserto, o SENHOR estava anunciando todas essas maravilhas, revelando para quem quisesse ver, que era preciso agir em fé, sair do circunstancial para a confiança nELE e a aceitação de Sua provisão (viesse ela como fosse por ELE determinado). Quando a serpente de bronze foilevantada na haste, foi o sinal, o milagre a ser manifesto em plenitude no MESSIAS de Israel que:
- seria erguido na haste para atrair a atenção de todos à grande obra de redenção e ao tremendo preço pago por adquirir a liberdade da humanidade e sua carta de ‘alforria’;
resistiria a todas as tentações para nunca pecar e, com isso, satisfazer a justiça do PAI;
- aprenderia a obediência pelo tanto que sofreriapersistindo na Sua submissão ao SENHOR para não satisfazer à Sua vontade pessoal;
carregaria nossos pecados naquele madeiro;
geraria Sua noiva (filhos e filhas para DEUS) de Sua própria essência (de Seu lado partido) que nELE creria e por ELE estaria disposta a abrir mão de sua condição monstruosa para segui-lO;
uniria em Seu Corpo judeus e gentios, desfazendo a inimizade com DEUS, pelo perdão e pela provisão plena do Calvário, estabelecendo o Novo Homem nELE!
O Filho do Homem foi erguido para que todo aquele que nELE crê viva. Não é uma questão de fazer, mas de crer, de confiar, de remover os olhos de si mesmo e das circunstâncias da vida e olhar para ELE, o Autor e Consumador da fé, o Doador da vida eterna e abundante.
Esse estudo nasceu de duas palavras: nissa (levantar) e ness (haste), referidas no texto de Números 21 e sua citação pelo próprio SENHOR YEHOSHUA no Evangelho de João. Uma fonte específica foi consultada com respeito às jornadas (‘El Libro de Las Jornadas’, Gino Iafrancesco V., 2001, páginas 553-580). O Espírito Santo, a Bíblia e o dicionário foram igualmente consultados; e o SENHOR Se revela por meio de ‘Sua Palavra, que é viva e eficaz e mais penetrante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é capaz de discernir os pensamentos e intenções do coração’ (Hebreus 4.12).
Por esta razão, gostaria que orássemos pela revelação de Sua Palavra, como ela nos chega e nos transforma à imagem e semelhança do SENHOR YEHOSHUA HaMASHIACH, também aos judeus que conhecem a ELOHEI Israel (DEUS de Israel) só de ouvir falar, e ainda não puderam ‘contemplá-lO com seus olhos’ (Jó 42.5).
Clamemos para que tenham ardente sede e fome abundante da Verdade, que é o SENHOR JESUS, para que sejam saciados enquanto se dedicam à leitura e ao estudo da Torah. Que tenham fastio de ler os escritos e interpretações rabínicas, mas concentrem-se na leitura da Palavra pura e nisso Se revele o SENHOR a eles, pois: “Então Me invocareis, e ireis, e orareis a Mim, e EU vos ouvirei. E buscar-Me-eis, e Me achareis, quando Me buscardes com todo o vosso coração. E serei achado de vós, diz o SENHOR, e farei voltar os vossos cativos e congregar-vos-ei de todas as nações, e de todos os lugares para onde vos lancei, diz o SENHOR, e tornarei a trazer-vos ao lugar de onde vos transportei” (Jeremias 29.12-14).
Que seus olhos, como os de Jó sejam abertos para contemplarem o SENHOR seu MESSIASJESUSlevantado no madeiro, como foi aquela serpente de bronze no deserto. “O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da Vida (porque a Vida foi manifestada, e nós A vimos, e testificamos dela, e vos anunciamos a Vida eterna, que estava com o PAI, e nos foi manifestada)” (1 João 1.1,2).
Clamemos pela salvação de cada judeu e cada gentio que vive em Israel, para a glória e a honra do SENHOR JESUS: “Se com a tua boca confessares ao SENHOR JESUS, e em teu coração creres que DEUS O ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Visto que com o coração se crê para a justiça, e com a boca se faz confissão para a salvação” (Romanos 10.9,10).
Que o SENHOR ajude-nos, Seu Corpo, a viver na dependência dELE, buscando o suprimento diário nELE, testemunhando com a vida o milagre da cruz, despertando do torpor com o qual somos cegados pelo mundo, levando a carne diariamente à cruz, vivendo em sabedoria e aprendendo a remir o tempo, para conhecer a suprema vontade do SENHOR: “Porque noutro tempo éreis trevas, mas agora sois luz no SENHOR; andai como filhos da luz (porque o fruto do Espírito está em toda a bondade, e justiça e verdade); aprovando o que é agradável ao SENHOR. E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas, mas antes condenai-as. Porque o que eles fazem em oculto até dizê-lo é torpe. Mas todas estas coisas se manifestam, sendo condenadas pela luz, porque a luz tudo manifesta. Por isso diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e CRISTO te esclarecerá. Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, remindo o tempo; porquanto os dias são maus. Por isso não sejais insensatos, mas entendei qual seja a vontade do SENHOR” (Efésios 5.8-17).
Como Paulo, que ‘se dispôs a anunciar o testemunho de DEUS, não com sublimidade de palavras ou de sabedoria, não com palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração de Espírito e de poder, por se propor a manifestar a JESUS CRISTO e Este crucificado’ (1 Coríntios 2.1-5), ‘preguemos aCRISTO crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos. Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes preguemos a CRISTOpoder de DEUS, e sabedoria de DEUS. Porque a loucura de DEUS é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de DEUS é mais forte do que os homens” (1 Coríntios 1.23-25). Clamemos pelo Corpo do MASHIACH em Israel, para que seja treinado e dirigido pelo Espírito Santo para pregar a CRISTO e Este crucificado, expondo e ensinando a Palavra revelada na unção do Espírito Santo e atraindo muitos ao MASHIACH. Que ELE, levantado, atraia muitos a ELE ali em Israel, em Nome dELE mesmo!
Clamemos pelo derramar do Espírito Santo em Israel, por revelação do Filho de DEUS em todo o território de Israel, pela Sua visitação nos lugares mais inóspitos à Sua Palavra em Israel (desde Jerusalém até o deserto do Negev), encontrando as almas aprisionadas e libertando-as, por meio de sonhos, visões, testemunho interior. O SENHOR é ilimitado em Sua forma de agir, e nada LHE é impossível. Clamemos para que todo Israel seja salvo, de acordo com Sua Palavra e promessa (Romanos 11.26). Toda ela se cumprirá, para a glória, a honra, o louvor a adoração dELE mesmo. Amém!

Hoje, 1º de julho, alguns importantes eventos estão acontecendo:
- as 33 famílias do assentamento de Ulpana, em Beit El, começam a deixar suas casas;
- o presidente eleito do Egito, candidato da irmandade muçulmana, assume seu cargo;
- o embargo europeu à importação ao petróleo iraniano e sua ameaça de fechar o estreito de Hormuz;
- a Coréia do Sul, um dos maiores importadores do petróleo iraniano, suspende, a partir de hoje, essa importação.
As fontes alternativas de petróleo são Qatar, Emirados Árabes Unidos (EAU), Oman e Kwait. Recentemente, Abu Dhabi, um dos sete países que compõem os EAU, terminou a construção de um oleoduto de 350 km até Fujairah (outro país dos EAU), no Golfo de Oman, eliminando a necessidade da utilização do estreito de Hormuz para escoamento de quase 63% da produção de petróleo dessas nações. Sabendo-se que 40% da energia petrolífera do mundo se concentra naquela região e que há ameaça real de bloqueio iraniano ao estreito, certamente essa é uma notícia providencial na contenção dos valores do óleo no mercado internacional.
Clamemos para que o SENHOR leve o Irã a cometer erros em sua política externa (Seu gancho em seu nariz a conduzi-lo para onde ELE quiser, para julgar o Irã e quebrar o arco do seu poder – Isaías 37.29Jeremias 49.34,35), como fechar o estreito de Hormuz, ao ponto de ser impossível à comunidade internacional permanecer omissa, e ELE a possa usar, como os quatro ventos dos quatro cantos dos céus e julgar e punir o Elão por sua insensatez e arrogância jactante (Jeremias 49.36).
Que as ações dos líderes iranianos seja tão clara e transparente aos líderes mundiais que os façam parar de procrastinar e adiar as medidas severas para força-lo a parar com as atividades nucleares e armamentistas.
Se o SENHOR pretende utilizar a pequena Israel para julgar os deuses do Elão, como o Seu trunfo e martelo diante do ‘gigante’ Irã, então capacite sua liderança para esmerar-se em estratégias de guerra e armamentos, ao ponto de aterrorizar seus inimigos: “Não é semelhante a estes a porção de Jacó; porque ELE é o que formou tudo; e Israel é a tribo da Sua herança; o SENHOR dos Exércitos é o Seu Nome. TU és Meu machado de batalha e Minhas armas de guerra, e por meio de ti despedaçarei as nações e por ti destruirei os reis” (Jeremias 51.19,20).
Que o SENHOR abale os fundamentos da terra do Elão para engolir as indústrias bélicas e nucleares, em Nome do SENHOR JESUS.

Com o candidato da irmandade muçulmana assumindo a presidência do Egito, a relação futura desta nação com Israel é incerta. Ainda que Mursi tenha dito que seu governo será ‘moderado’, o credo do ‘partido’ a que serve é: ‘allah é nosso objetivo; o corão é nossa constituição; o profeta é nosso líder; a jihad (guerra santa) é nosso caminho; e a morte pela causa de allah é a mais elevada de nossas aspirações’. Durante a campanha presidencial , Mursi compareceu a uma manifestação onde um sheik levou a multidão a gritar pela liberação de Gaza e para fazer de Jerusalém a capital do Egito. “Agitem suas armas… Digam suas orações… E rezem ao ‘senhor’. Diante dos olhos de todos os judeus… Avante amantes do martírio… Expulsem dos olhos de todos os judeus o sono. Avante, amantes do martírio, vocês todos são ‘hamas’ (em alusão ao partido terrorista que governa com despotismo Gaza e cujo significado da palavra é ‘violência cruel’). Deveras, todos os amantes do martírio são ‘hamas’ (certamente, porque amam a violência cruel e a morte). Eu digo deste palanque, desde al-mahalla, desde o coração do Delta, o coração do Egito, para que o mundo inteiro possa ouvir. Dizemos em alto e bom som: sim, Jerusalém é nosso alvo. Nós rezaremos em Jerusalém, de outra maneira morreremos como mártires em suas portas’.
“O SENHOR tem edificado Jerusalém para congregar os dispersos da casa de Israel na terra que ELE jurou dar por possessão eterna aos patriarcas e seus descendentes’ (Salmo 147.2). Ao mesmo tempo, ELE é a sua Defesa, e o Santo de Israel é o seu REI” (Salmo 89.18).
Muito do que foi profetizado em Isaías 19 (por favor, leia-o) está se cumprindo hoje, diante de nossos olhos. Os militares, enquanto no poder interino, através de leis, reduziram a autoridade do cargo de presidente, compartilhando-a com as forças armadas. Alegaram ser esta medida provisória, até que uma nova constituição seja redigida (que será feita por uma junta militar). Também a Suprema Corte, há duas semanas, destituiu o parlamento, alegando irregularidades na eleição de um terço dos parlamentares. Tudo isso refreia, por um período de tempo, o avanço do despotismo da irmandade muçulmana a estabelecer o califato que sonha na região, tendo Jerusalém como sua capital…
Que o SENHOR descortine aos líderes das nações – que estão ‘ovacionando’ o processo eleitoral no Egito, como se fosse a maior vitória da democracia dos últimos tempos – as verdadeiras intenções da irmandade muçulmana, que toma como referência a ‘revolução islâmica iraniana’ e seu modelo a terrorista ‘guarda revolucionária iraniana’.
Que a terra de Yehudah se torne um terror nos corações dos egípcios, para que pensem duas vezes antes de se levantarem como seus inimigos. Que tremam e temam diante de Israel todos aqueles que desejam se levantar contra ela, por causa da Presença do próprio SENHOR, seu Escudo, seu Guarda, sua Proteção – “Todo o lugar que pisar a planta do vosso pé será vosso; desde o deserto, e desde o Líbano, desde o rio, o rio Eufrates, até o mar ocidental, será o vosso termoNinguém resistirá diante de vóso SENHOR vosso DEUS porá sobre toda a terra, que pisardes, o vosso terror e o temor de vós, como já vos tem dito” (Deuteronômio 11.24,25).
Que o terror do SENHOR caia sobre os egípcios para que O temam e tremam diante do Soberano de Israel(“Eis que o SENHOR vem cavalgando numa nuvem ligeira, e entrará no Egito; e os ídolos do Egito estremecerão diante dELE, e o coração dos egípcios se derreterá no meio deles” - Isaías 19.1). Multidões e multidões de egípcios, como têm acontecido no Irã, recebam a revelação, pelo Espírito de DEUS, de que JESUS CRISTO e não maomé, é a Verdade e Vida e Caminho e seu Libertador das garras de allah (que é só uma criatura, satanás travestido de lua), pois ELE derruba e destrói seus ídolos.
‘Que os egípcios, se levantem contra os egípcios, e cada um peleje contra o seu irmão, e cada um contra o seu próximo, cidade contra cidade, reino contra reino’, para que voltem seu olhar para Aquele que é o Autor e Consumador da fé, JESUS CRISTO (Isaías 19.2).
Que o SENHOR guarde os trabalhadores das cercas de proteção entre Israel e Egito, no Sinai e essas fronteiras. Infelizmente, aquela região se tornou covil de ladrões e malfeitores, terroristas da pior espécie que têm buscado infiltrar-se no território israelense para sequestrar e destruir. Que os soldados tenham olhos de águia e percepção sobrenatural para antever o perigo e desarmar o inimigo. Que o próprio SENHOR, o SHOMER Israel, guarde as fronteiras de Israel e suas cidades, pois sem ELE, em vão vigiarão os atalaias(Salmo 127.1).
Que sejam desmanteladas todas as organizações demoníacas que ali se encontram (al-qaeda, irmandade muçulmana, máfia dos beduínos, hamas), porque aquele lugar o SENHOR escolheu como parte da herança de Israel. Que o SENHOR use Israel, novamente, para limpar aquele lugar, como lhe tinha dado a chance anterior de fazê-lo e que ela mesma desperdiçou, entregando aquele território aos egípcios. Uma terra em mãos erradas nunca prosperará, mas será antro de inimigos e demônios (Mateus 12.43-45). Que o Sinai volte à possessão de Israel, em Nome do SENHOR JESUS.
Aquele que começou a boa obra no Egito há de completá-la para a glória de Seu Nome. Que a profecia em Isaías aconteça em nossos dias: “Naquele tempo o SENHOR terá um altar no meio da terra do Egito, e uma coluna se erigirá ao SENHOR, junto da sua fronteira. E servirá de sinal e de testemunho ao SENHOR dos Exércitos na terra do Egito, porque ao SENHOR clamarão por causa dos opressores, e ELE lhes enviará um salvador e um protetor, que os livrará. E o SENHOR se dará a conhecer ao Egito, e osegípcios conhecerão ao SENHOR naquele dia, e O adorarão com sacrifícios e ofertas, e farão votos ao SENHOR, e os cumprirão. E ferirá o SENHOR ao Egito, ferirá e o curará; e converter-se-ão ao SENHOR, e mover-se-á às suas orações, e os curará” (Isaías 19.19-22).
Sim, que venha o tremor no Egito e sua restauração no SENHOR, para que vejamos a edificação da estrada entre Assíria e Egito e Israel coligando-se a eles como o terceiro, e tornando-se aquelas nações uma bênção no meio da Terra, ao ponto do próprio SENHOR dos Exércitos ser glorificado neles e testemunhar a Sua bênção a seu respeito: “Bendito seja o Egito, Meu povo, e a Assíria, obra de Minhas mãos, e Israel, Minha herança” (Isaías 19.23-25).

Na semana passada, os residentes de Ulpana decidiram deixar suas casas sem protesto, mediante um acordo com o governo, que deverá: manter sua promessa em construir 300 novas moradias em Beit El; o estabelecimento de um comitê ministerial que lide com as questões relativas aos assentamentos judaicos e Yehudah e Shomron. Esse comitê (promessa do próprio Netanyahu) e já instituída, deverá assegurar, no futuro, que nenhuma decisão de demolição de bairros ou comunidades seja tomada pelo governo, ou pela procuradoria geral do Estado ou pelo Ministro da Defesa de Israel, muito menos pela Suprema Corte (que tem julgado essas causas sem ser de sua alçada). Além disso, o acordo prevê que em casos de disputas territoriais, se algum assentamento tiver que ser desmantelado, as casas deverão ser movidas para o novo local de assentamento e não destruídas, como tem sido feito até o momento.
Os moradores de Ulpana concordaram em sair, mas com o coração partido, porque ‘é como dizer a seu filho que ele terá de ser trocado por outros dez’, disse o rabino Melamed, em alusão à promessa de Netanyahu de que para cada unidade destruída em Ulpana, dez outras seriam erguidas em Beit El.
Louvado seja o SENHOR pelo estabelecimento desse comitê (presidido por Binyamin Netanyahu e composto pelos ministros da Defesa Ehud Barak, das Relações Exteriores Avigdor Lieberman, da Ciência e Tecnologia Daniel Hershkowitz, vice-premiê Shaul Mofaz, do Interior Eli Yishai, para Assuntos Estratégicos Moshe Yaalon, Zeev B. Begin, dos Assuntos de Diplomacia Pública e Diáspora Yuli Edelstein, da Educação Gideon Saar, e da Proteção Ambiental Gilad Erdan). Se isso significar que a Suprema Corte (e toda sua influência maléfica, sob ordem da maçonaria, como escrevi em relatos anteriores, e dos partidos de esquerda), que até então tem julgado contra o direito de judeus colonizarem terras em Yehudah e Shomron, em uma postura absolutamente anti-bíblica, anti-semita, anti-sionista, não terá mais essa tarefa, assim seja, SENHOR!
Para entender um pouco como essas causas têm sido julgadas arbitrariamente, de modo absurdo, incongruente, injusto e absolutamente parcial, basta rever a história recente (sem considerar aqui a Bíblia e o direito legal testamentário dos descendentes de Avraham, Itschaq e Yaacov de posse daquelas terras). As terras em questão, Yehudah e Shomron, bem como Jordânia e tudo o que é Israel hoje, incluindo toda Jerusalém, foram dadas pelo mundo como parte do Mandato Britânico, para desenvolver e preparar aquele território, com auxílio dos próprios judeus, para ser o lar nacional dos judeus, de acordo com determinação da Liga das Nações (o correspondente à atual ONU), que foi ratificada durante a Conferência de San Remo (Itália), em 1922, por unanimidade, pelas 55 nações presentes. Em momento algum da história, essa determinação foi revogada. Houve a tentativa de fazê-lo em 1947, com o plano de partilha, mas uma das partes, a dos árabes, não aceitou.
Legisladores e instituições abusam do sistema legal e das leis para estabelecer sua própria agenda. Por esta razão, Yisral Medad, diretor de Informações de Recursos do Menachen Begin Heritage Center, em Israel, porta-voz das comunidades judaicas em Yehudah e Shmoron, residente em Shiloh, formulou um documento aos membros do Comitê Ministerial para os Assuntos dos Assentamentos, com a finalidade de lidar com os assuntos concernentes às ‘propriedades privadas’ utilizadas por judeus, quer como moradia, quer como agricultura:
“Uma vez que o regime na TransJordânia, conhecido atualmente como Reino Hashemita da Jordânica, cujo território foi parte do Mandato para Palestina, um Mandato cujo território a Liga das Nações decidira reconstituir como o lar nacional judaico,, o qual ilegalmente ocupou a área de Judéia e Samaria em 1948 e, então, em abril de 1950, anexou o dito território, num ato nunca reconhecido nem considerado como legal, exceto pela Grã-Bretanha;
e, Uma vez que os reis do dito Reino distribuíram terras estatais e terras devastadas, em forma de presentes e subornos para obter favores políticos e pessoais, a indivíduos privados sem receber qualquer recompensa em forma de pagamentos diretos ou impostos;
e Uma vez que, de acordo com o qual aquelas terras nunca foram lavradas, cultivadas, ou desenvolvidas, ou receberam construções ou qualquer outra forma de apropriação tangível por parte daqueles beneficiados pelos governantes hashemitas, e que mais tarde foram lavradas, cultivadas, ou desenvolvidas, ou construídas por pessoas, agora residentes e que, por serem judeus, não puderam adquirir tal terra como resultado da nação jordaniana;
que este Comitê instrua os funcionários do Estado a rever todas as tais ocorrências, coletar todos os detalhes registrados e, então, declarar tais transações de posse sem validade legal e, então, induza-os a reverter ao seu status original enquanto terras estatais e devastadas para serem utilizadas em assentamentos judaicos, como assinalado pela decisão do Mandato no Artigo 6”.
Mas, o que diz o Artigo 6 do Mandato sobre a Palestina? Esse documento, lavrado pelo Conselho da Liga das Nações, visava organizar as coisas naquela terra, garantindo direitos aos moradores locais (judeus e árabes – vindos de todas as nações árabes para tentar a vida ali, principalmente sabendo que haveria incentivos para desenvolvimento daquele lugar para servir como lar nacional dos judeus) e preparar território para a vinda dos judeus. Composto de 28 artigos, o Mandato entrou em vigor em 29 de setembro de 1922 (Biblioteca Virtual de Direitos Humanos – Universidade de São Paulo -http://www.direitoshumanos.usp.br/index.php/Documentos-Internacionais-da-Sociedade-das-Na%C3%A7%C3%B5es-1919-a-1945/mandato-sobre-a-palestina-1922.html):
ARTIGO 4ºUma adequada agência judia será reconhecida como órgão público para o fim de aconselhar a Administração da Palestina e com ela cooperar em matérias econômicas, sociais e outras, que possam afetar o estabelecimento do lar nacional judeu e os interesses da população judia da Palestina e, sujeita sempre ao controle da Administração, assistir ao desenvolvimento do país e nele tomar parte.

A Organização Sionista, enquanto sua organização e constituição forem apropriadas, na opinião da Mandatária, será reconhecida como tal agência. Tomará medidas, em consulta com o Governo de Sua Majestade Britânica, para assegurar a cooperação de todos os judeus que estejam dispostos a auxiliar no estabelecimento do lar nacional judeu.

ARTIGO 5ºA Mandatária é responsável por cuidar de que nenhum território da Palestina seja cedido ou emprestado ao Governo de qualquer Potência estrangeira, ou de qualquer forma posto sob seu controle.

ARTIGO 6ºA Administração da Palestina, assegurando que os direitos e a posição de outros setores da população não sejam prejudicados, facilitará a imigração judia em condições convenientes e, encorajará em cooperação com a agência judia no Artigo 4º, densa colonização da terra por judeus, inclusive terras do Estado e terras desaproveitadas não exigidas para fins públicos.

artigo 5º foi burlado pelos britânicos logo em 1922, pois concederam mais de 80% do território que estava destinado ao lar nacional judeu para os árabes, em razão do petróleo. Esse montante de terra foi tomado pela tribo hashemita, que hoje ainda está no poder do reino hashemita da Jordânia. Ou seja, a Jordânia é o lar nacional dos árabes que vivem em Israel atualmente, pois a finalidade da divisão foi essa, a de garantir que os árabes da região (do Mandato Britânico) vivessem naquela porção de terras deixando o lado ocidental (menos de 20% do território, para servir ao lar nacional de judeus). E, de fato, mais de 70% da população jordaniana é constituída dos chamados árabes ‘palestinos’, que viviam na região do Mandato Britânico para ‘Israel’.O artigo 6º também foi usurpado, porque os ingleses impediram e limitaram a imigração judaica, principalmente no fim da década de 30, fazendo que muitos judeus que fugiam da Europa e da perseguição nazista encontrassem seu fim nos campos de concentração. Com o bloqueio para a entrada de judeus, as terras, em sua maioria, permaneceram desabitadas e infrutíferas.Esse é o quadro. Como julgar sobre terras cujos pretensos proprietários sequer têm documento de compra, pois as terras não pertenciam aos jordanianos para que fossem vendidas, doadas, distribuídas ou compradas? Há várias ilegalidades sobre a posse territorial que podem ser resolvidas facilmente, com base legal (não em determinação de uma Suprema Corte tendenciosa).Clamemos para que o SENHOR levante juízes segundo Seu coração, que restaurem a justiça de Sua Palavra, julgando não segundo influências mundanas (maçônicas), ‘Bibliocêntrica’, para que Jerusalém seja chamada a cidade de justiça, cidade fiel e o povo que for restaurado a ela, remido com justiça – “E te restituirei os teus juízes, como foram dantes; e os teus conselheiros, como antigamente; e então te chamarão cidade de justiça, cidade fiel. Sião será remida com juízo, e os que voltam para ela com justiça” (Isaías 1.26,27)
Que os membros desse comitê sejam todos guiados pelo Espírito de YAHVEH, pelo Espírito de sabedoria e entendimento, o Espírito de conselho e de fortaleza, o Espírito de conhecimento e de temor do SENHOR. Não julguem segundo seus próprios critérios, mas com a justiça que procede do trono de DEUS (Isaías 11.2-5).
Que o SENHOR console e conforte o coração daqueles que estão perdendo suas casas nesse dia. Haja recompensa do SENHOR e Seu galardão sobre eles e todos aqueles que foram expulsos de seus lares, pelas práticas injustas do governo de Israel, em Nome do SENHOR JESUS.
Que esses atos despertem mais e mais o desejo (e que este se transforme em atitudes concretas) de judeus que vivem no cativeiro das nações para fazer a aliyah, principalmente dos judeus messiânicos.
Que o SENHOR desperte no coração de cada judeu (nativo ou no cativeiro das nações) o espírito guerreiro sionista bíblico, bem como no meio de Seu Corpo, para o louvor e glória de Seu Nome.
Orando pelas outras fronteiras de Israel (Síria e Líbano):
- que o SENHOR dê sabedoria aos soldados para discernir entre os refugiados sírios que vêm buscar proteção em Israel daquele que são terroristas que querem se infiltrar em Israel. Que os anjos do SENHOR estejam acampados cercando todas as fronteiras com Israel, formando um muro de proteção intransponível ao inimigo, em Nome do SENHOR JESUS.
- que haja confusão no arraial do inimigo para que se enfraqueça;
- que as FDI tenham olhos de águia e percebam o perigo com tempo para desmantelar o ataque que vem do inimigo, quer da Síria ou do Líbano;
- que muitos muçulmanos libaneses venham ao encontro do SENHOR JESUS ali na Síria e no Líbano, em Nome do SENHOR JESUS – “Naquele dia atentará o homem para o seu Criador, e os seus olhos olharão para o Santo de Israel” (Isaías 17.7);
- que as forças demoníacas que controlam al-qaida e irmandade muçulmana, ali na Síria, tentando sobrepujar os rebeldes sírios e que têm provocado a destruição de povoados e a morte de muitas pessoas (para até acusar as forças do governo de Assad) sejam atadas, amordaçadas, manietadas, enfraquecidas e isoladas, em Nome do SENHOR JESUS, e esses radicais islâmicos sejam enfraquecidos, em Nome do SENHOR JESUS;
- que o SENHOR tenha misericórdia das multidões que têm perdido seus familiares e mutilados nessa guerra civil que dura mais de um ano e contabiliza mais de 14.000 mortos. Que a vontade do SENHOR seja estabelecida na Síria. Que o Corpo do MESSIAS na Síria seja guardado e escondido dos olhos dos abutres dos grupos radicais islâmicos rebeldes e se levante para fazer diferença naquele lugar, em Nome do SENHOR JESUS;
- que o SENHOR envie espias para denunciar os locais onde o hisb’allah estoca seus armamentos para que sejam prontamente destruídos. Que Israel tenha a capacidade de destruir cada um desses armazéns, enfraquecendo o inimigo, em Nome do SENHOR JESUS;
- que o SENHOR perdoe Israel por ter se retirado do sul do Líbano em 2000 (por ordem do então primeiro ministro Ehud Barak, atual ministro da Defesa), por ter saído de Gaza, do Sinai, de Shechem, de Bet Lechem, de Beit El, todos eles territórios parte da herança da parte do SENHOR para Seu povo de Israel. Que erros como esse não encontrem mais lugar em Israel, em Nome do SENHOR JESUS e que ELE dê nova oportunidade para que sejam resgatadas;
- que esse espírito maldito de abrir mão de terras para apaziguar os ânimos e ‘deixar os outros felizes’, pois os judeus podem lidar com mais e mais perdas, seja manietado e paralisado no meio de Israel, em Nome do SENHOR JESUS e não mais encontre corações a ele sujeitos, mas corações sujeitos a executar a perfeita vontade de YAH;
- que nenhum soldado ou civil em Israel sofra sequestro, em qualquer das fronteiras de Israel, em Nome do SENHOR JESUS;
- que o SENHOR guarde todas as fronteiras de Israel (terrestres, aéreas, marítimas, subterrâneas, subaquáticas) de todo e qualquer acidente, atentado, ataque, em Nome do SENHOR JESUS.
- que o SENHOR dos Exércitos seja louvado e engrandecido por todo livramento que tem proporcionado à população do Negev contra os ataques contínuos e diários desde Gaza e do Sinai – e que eles cessem, em Nome do SENHOR JESUS. Que esse abuso cesse, para a glória do Nome do SENHOR!

O Espírito do SENHOR falou por mim, e a Sua Palavra está na minha boca. Disse ELOHEI Israel, a Rocha de Israel a mim me falou: Haverá um justo que domine sobre os homens, que domine no temor de ELOHIM. E será como a luz da manhã, quando sai o sol, da manhã sem nuvens, quando pelo seu resplendor e pela chuva a erva brota da terra. Ainda que a minha casa não seja tal para com DEUS, contudo estabeleceu comigo uma aliança eternaque em tudo será bem ordenado e guardado, pois toda a minha salvação e todo o meu prazer está nELEapesar de que ainda não o faz brotar” (2 Samuel 23.2-5)
Israel se encontra em meio à confusão dos países vizinhos e permanece, pela misericórdia do SENHOR, estável e em desenvolvimento. De um lado, a Síria em guerra civil; o Líbano com suas forças voltadas e preparadas contra Israel; a irmandade muçulmana assumindo o governo do Egito, e estendendo seus tentáculos contra o fraco governo do rei Hussein II da Jordânia; Turquia odiando Israel e, ao mesmo tempo, se levantando contra a Síria (que derrubou um de seus caças); Iraque de mãos dadas com Irã, que continua para seu alvo de obtenção de arma nuclear. De fato, o SENHOR moveu a colher do caldeirão chamado Oriente Médio, há mais de um ano, para que o cenário seja preparado para o cumprimento cabal de Sua Palavra.
Que Israel se mantenha firme sobre a Rocha que é o DEUS de Israel. Que ELE aumente sua estabilidade e sua unidade em meio ao caos e ao perigo dos vizinhos.
Que o SENHOR forje no caráter do Seu povo a força e o poder para suportar as pressões externas e não esmorecer. Seja ELE exaltado porque ELE é a força de Israel – “Atribuí a DEUS fortaleza; a Sua excelência está sobre Israel e a Sua fortaleza nas mais altas nuvens. Ó DEUS, TU és tremendo desde os Teus santuários; ELOHEI Israel é O que dá força e poder ao Seu povo. Bendito seja DEUS!” (Salmo 68.34,35).
Gere o SENHOR em meio ao caos e instabilidade dos vizinhos a unidade na identidade do povo de Israel enquanto povo de DEUS, firmada e fundamentada na Sua Palavra, em Nome do SENHOR JESUS, o Verbo que Se fez carne e tabernaculou entre os homens.
Em meio às muitas ameaças, pressões e inseguranças, que o povo de Israel se volte para o DEUS de Israel e que, ao buscar Sua mão de proteção e bênçãos, encontre Sua Face descoberta e veja e, ao ver, receba-O em seu coração e viva a vida ressurreta do MESSIAS YEHOSHUA.
Que o Corpo do MESSIAS em Israel seja levantado pelo Espírito de YAH, na Sua autoridade, com ousadia, graça e sabedoria, como os primeiros discípulos, para testemunhar do MESSIAS de Israel e assim, acrescente o SENHOR o número dos que se vão salvar, para a glória, a honra, o louvor e adoração e ações de graça de Seu Santo e bendito Nome.
O espírito do islamismo só respeita a força. Que o SENHOR faça de Israel Seu machado e Suas armas de guerra. Que Israel termine o que começou com a operação em Gaza, em 2008-2009, quando deveria ter posto para correr as forças do hamas daquele lugar e voltar a controlar a região.
Um governo forte é terror para os que fazem o mal; mas, governantes fracos permitem que o mal se fortaleça e se espalhe. Que o governo de Israel, como ministro de DEUS, não permita que os vizinhos iníquos se sintam à vontade, como têm acontecido, para zombar de sua população, para fazer o que bem lhe apraz com a população de Israel, os assentamentos, as terras. Que cesse toda conivência com o mal, mas o SENHOR os fortaleça e em suas convicções bíblicas para que operem consonantes à Sua Palavra, em Nome do SENHOR JESUS: “Os magistrados não são terror para as boas obras, mas para as más. Queres tu, pois, não temer a potestade? Faze o bem, e terás louvor dela. Porque ela é ministro de DEUS para teu bem. Mas, se fizeres o mal, teme, pois não traz debalde a espada; porque é ministro de DEUS, e vingador para castigar o que faz o mal” (Romanos 13.3,4).
Que todo ataque a qualquer cidadão e/ou a qualquer pedaço de terra a Israel seja tomado como atentado e usurpação à soberania nacional e seja tratado como tal, à altura da ofensa. Que o SENHOR prepare e capacite governo e líderes militares para responder, em concordância ao modo como ELE mesmo os guiar a responder. Sejam líderes à altura dos Seus Exércitos e que saibam que fazem parte desse exército: “Então os governadores de Judá dirão no seu coração: Os habitantes de Jerusalém são a minha força no SENHOR dos Exércitos, seu DeusNaquele dia porei os governadores de Judá como um braseiro ardente no meio da lenha, e como um facho de fogo entre gavelas; e à direita e à esquerda consumirão a todos os povos em redor, e Jerusalém será habitada outra vez no seu lugar, em Jerusalém” (Zacarias 12.5,6).
Que o Poderoso de Israel nos abençoe e nos guarde e resplandeça Seu rosto de amor e misericórdia sobre nós e sobre nossa parentela. Que sejamos forjados, diariamente, à imagem e semelhança de Seu Filho, para a glória e a honra de Seu Santo e glorioso Nome.
Com amor e gratidão,
marciah malkah

Jessica Mendonça (159 Posts)


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