Ore pela paz de Jerusalém – 16 a 31.08.2011


O SENHOR não tomou prazer em vós, nem vos escolheu, porque a vossa multidão era mais do que a de todos os outros povos, pois vós éreis menos em número do que todos os povos; mas, porque o SENHOR vos amava, e para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o SENHOR vos tirou com mão forte e vos resgatou da casa da servidão, da mão de Faraó, rei do Egito” (Deuteronômio 7. 7,8)

Qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro a fazer as contas dos gastos, para ver se tem com que a acabar? Para que não aconteça que, depois de haver posto os alicerces, e não a podendo acabar, todos os que a virem comecem a escarnecer dele, dizendo: Este homem começou a edificar e não pôde acabar. Ou qual é o rei que, indo à guerra a pelejar contra outro rei, não se assenta primeiro a tomar conselho sobre se com dez mil pode sair ao encontro do que vem contra ele com vinte mil? De outra maneira, estando o outro ainda longe, manda embaixadores, e pede condições de paz” (Lucas 14. 28-32).

Há muito tempo atrás, um monarca chinês saiu para cavalgar com seus nobres. Ao longo da estrada encontraram um monge que gritava: ‘Quem me der 100 moedas de prata, a este darei um bom conselho’. O rei parou seu cavalo e perguntou ao monge que ‘bom conselho’ tinha para dar-lhe. ‘Só depois que me der as 100 moedas de prata’, ao que o rei assentiu e pagou, esperando pelo ‘bom conselho’. O monge, então, disse-lhe: ‘Meu conselho é este nunca comece algo antes de meditar em como aquilo terminará’.

Ao ouvirem tal conselho, os nobres começaram a rir e perceberam que o monge havia sido sábio ao pedir o pagamento adiantado por tal conselho. Entretanto, o rei disse: ‘Vocês não têm razão para rir deste bom conselho. Todos nós precisamos pensar cuidadosamente antes de agirmos, ainda que diariamente esqueçamos de fazê-lo, e os resultados são desastrosos’.

O rei decidiu manter isso sempre em sua mente, e ordenou que esse dito fosse escrito em letras de ouro nas paredes do palácio e gravado em prata nos pratos.

Pouco tempo depois, um dos oficiais do rei tramou matá-lo e, para tanto, combinou com o médico real que injetasse veneno em sua veia. Então, o oficial se faria rei e elegeria o médico como seu primeiro ministro. Quando o tempo determinado chegou, um prato estava colocado próximo ao braço do rei. O médico leu as palavras impressas no prato: ‘Nunca comece algo antes de ter meditado sobre como aquilo terminará’. Percebeu que, uma vez que o conspirador se torna-se rei, ele mataria o médico, para acobertar o complô.

Ao ver seu médico tremendo, o rei perguntou-lhe o que estava errado. O médico, imediatamente, confessou. O oficial foi preso e o rei chamou todos os nobres que com ele ouviram o conselho do monge, para perguntar-lhes: ‘Então, vocês continuam a rir do conselho do monge?’”

Segundo Dr Guy Bechor (‘The Palestinians: What has the King Learned? (http://jij.org.il/blog/?p=625Jerusalem Institute of Justice – publicado em 04.07.2011), a situação dos árabes que vivem em Israel é exatamente essa, como se o ‘tiro tivesse saído pela culatra’.

A idéia de usar a ONU para impor um estado árabe sobre Israel nasceu em certos círculos políticos de Israel mesmo, com a adesão do primeiro ministro árabe Salam Fayad (considerado um sério e creditado reformista democrata) e de Abu Rabbo, secretário geral do partido. Contrariamente à posição de Israel, Fayad divulgou a idéia e a forçou, tomando forma e direção para setembro. Aquilo que começou como uma tática para forçar as negociações com Israel tornou-se uma estratégia que não tinha e não tem possibilidade de prosperar, uma vez que há divisão interna (entre os próprios árabes que vivem em Israel) e há falta de planejamento para o desenvolvimento deste novo estado. Os árabes que vivem em Judéia e Samaria (2 milhões) não têm condição de independência, porque dependem dos recursos dos EUA, da UE, de Israel e da Liga Árabe para sobreviverem. O salário dos funcionários públicos dessa região foi cortado pela metade, pela falta de recursos. Os países da Liga Árabe comprometeram-se com uma soma e até o momento, os recursos enviados não correspondem a um terço do prometido, com um déficit público de mais de 300 milhões de dólares.

Há mais de um mês, o Congresso dos EUA declarou o corte de incentivos à ONU e aos árabes que vivem em Israel, se houver a declaração unilateral de um estado árabe em terras de Israel, o que fez com que Mahmoud Abbas fosse buscar apoio financeiro entre os seus parceiros europeus. Entretanto, a crise econômica norte-americana e européia certamente afetará qualquer promessa de empréstimos. Além disso, os países árabes estão em convulsão, tentando equilibrar seus regimes e manter as monarquias que ainda restam. Dificilmente dispensarão mais recursos financeiros, ainda que prometidos e ainda que estejam unidos para forçar a posição das nações no Conselho de Segurança da ONU (do qual não tomam parte).

Não existe um plano de estado árabe, nem o desejo de desenvolver tal estado, mas sim a idéia obsessiva de destruir Israel, tomando seu lugar e expulsando ‘os invasores’ para o mar. Sempre foi assim, porque esse é o velho plano satânico, anunciado, há muito, no Salmo 83!

Embora tudo isso, os árabes que vivem em Israel continuam com esse processo suicida. Por que? Por que, mesmo sabendo da alta probabilidade de veto por parte dos EUA, e, sabendo-se que só o Conselho de Segurança da ONU pode admitir novos membros (sob nenhuma circunstância, a Assembléia Geral da ONU pode fazê-lo, independente do apoio dos 162 países já comprometidos com os árabes,conforme lista enviada no último informe), mesmo reconhecendo isso desde o princípio, os árabes continuam com essa investida?

Provavelmente porque se deram conta de que esta é sua última chance. Quando obama deixar o governo, pode ter sido o líder mais pró-árabes que ocupou a Casa Branca. Além disso, o mundo árabe e o mundo ocidental não têm mais tempo para os árabes que vivem em Israel, pelo simples fato de que seus ‘universos’ estão ruindo… Refugiados sírios, líbios, iemenitas e africanos estão sendo lançados no Oriente Médio, o que não deixa tempo hábil para cuidar dos históricos refugiados árabes que tiveram mais de 60 anos (desde a Guerra de Independência de Israel) para reconstruírem suas vidas nas nações para onde fugiram. Agora, não é mais o tempo de preocuparem-se com eles… As nações ocidentais estão entrando em uma crise econômica que pode ser pior do que aquela entre as guerras mundiais… Cada nação está tentando se cuidar como pode… O CALDEIRÃO ESTÁ SENDO MEXIDO PELA COLHER DE DEUS!!! Além disso, abu mazen (mahomoud abbas), vê-se encurralado pelas promessas que tem feito ao povo, uma vez que sua credibilidade e aceitação estão por um fio. Essa é sua cartada final para manter-se no poder.

Há sérias divergências internas (liderança do fatah e fatah-hamas). Muitos dos líderes do fatah são contrários a tal moção, como Saed Erekat (o líder das negociações), ainda que tenha rejeitado, recentemente, a proposta de Netanyahu (ofereceu as linhas pré-1967 como base de conversação para estado árabe, mas com o reconhecimento de que Israel é o lar nacional dos judeus) de retornar às conversações e não apresentar tal moção em setembro. Outro líder é o ex-ministro da informação, Nabil Amr, que se manifestou publicamente contrário à licitação, pelo menos pelo prazo de um ano, para maior amadurecimento. Abu Rabbo, um dos idealizadores e divulgadores da idéia, agora se posiciona contra ela, assim como Nasser al-Qudwa, representante árabe daONU.

Se se recordam das nações que apóiam um estado árabe (vide informe anterior), são nações do 3º mundo e emergentes, incluindo nações sul-americanas, que não têm qualquer poder decisório, ainda que maioria (162 entre 193 nações). Entre receber apoio e ser reconhecido como estado há uma diferença enorme. Quando abbas começou a declarar sua posição racista e excludente de judeus em ‘seu’ país, o apoio começou a resfriar.

Abbas desafiou a ‘cultura mundialmente aceita da negociação’, forçando a criação de um estado independente (sem qualquer apoio legal de resoluções anteriores do Conselho de Segurança da ONU). Como se não bastasse, semana passada, declarou aos parlamentares americanos que visitam Judéia e Samaria, que requer tropas da OTAN, sob comando americano, para garantir a segurança dos árabes que vivem em Israel após o voto na ONU pretendido para setembro. Abbas reiterou a exigência de um estado árabe livre da presença de judeus e com a capital em Jerusalém Oriental.

Sem paz, sem segurança, sem reconhecimento por parte de Israel (que tem todas as resoluções do Conselho de Segurança a seu favor), será difícil o reconhecimento de um estado árabe, principalmente porque os árabes estão se mostrando ‘mais discriminatórios’ do que os judeus.

O tiro pode ter saído pela culatra, de fato, porque:

- hamas é contrário a tal licitação. Se um estado não for estabelecido, conflitos entre os dois partidos se reiniciará, e com derrota do fatah e sua liderança, porque hamas está melhor equipado. Com o não cumprimento da promessa por abbas, o povo se rebelará e ele cairá. A liderança do hamas se levantará como força radical;

- não há um programa de crescimento e desenvolvimento de um estado independente nem fundos para tal. Semana passada, por causa da destruição da tubulação que transporta gás do Egito a Israel (pelo Sinai), e conseqüente interrupção do fornecimento de gás àquela nação, houve aumento do custo da eletricidade em todo Israel (12% para Israel e 7% para árabes de Judéia e Samaria), o que provocou reclamações dos árabes, acusando Israel de aproveitadores. Esse é só um exemplo que mostra a dependência total dos árabes por seus vizinhos em Israel (além da dependência em abastecimento de água, petróleo, energia de modo geral, alimentos).

- a aliança do fatah com hamas trouxe desconforto às nações ocidentais, que sabem que o hamas é um grupo terrorista, distanciando o fatah de seus aliados ocidentais.

- Israel anunciou que anulará os acordos de Oslo, se um estado árabe for estabelecido. Sem a ajuda financeira de Israel, fatah e hamas não sobreviverão por muito tempo, e a violência poderia explodir devido à falta de recursos.

- com essa pressão, descobriu-se que Israel tem alguns aliados de peso (vide discurso de Netanyahu no Congresso norte-americano, há dois meses, e as medidas tomadas pelos parlamentares em apoio a Israel e contrários à política ‘obamística’ anti-Israel). Nenhuma das nações da UE declarou seu apoio aberto à moção para o Conselho de Segurança da ONU.

Essa foi a razão pela qual, há um mês, abbas (abu mazen) correu para aceitar a oferta do embaixador francês, de retorno à mesa de negociações, com base nas declarações de obama de um estado nas fronteiras das linhas do armistício de 1949 (ou pré-1967), oferta essa recusada por Netanyahu logo nas primeiras horas.

Infelizmente, toda essa questão gerou e gera falsas expectativas ao povo árabe que, certamente se rebelará diante das frustradas esperanças, ao fim de setembro. Desafortunadamente, tal posicionamento foi tomado de forma inconseqüente pelos líderes, como tudo que se relaciona aos árabes que vivem em Israel [desde a guerra de independência, quando os árabes das nações atacantes exigiram a saída dos seus conterrâneos de Israel, por um pouco de tempo, garantindo a destruição dos sionistas e o pronto regresso a uma terra totalmente livre de judeus... promessa essa NUNCA CUMPRIDA, para a glória e honra do SENHOR JESUS CRISTO, porque YHVH Tsevaot interveio e prosseguirá intervindo, por causa de Sua Palavra a ser cumprida. Ainda que sejamos infiéis, ELE é fiel, porque não pode mudar Sua natureza, Sua Palavra, Seu caráter], que não têm escrúpulos de fazer seu povo sofrer… isso é típico de allah (satanás), cujo desejo é de sangue. ‘Não avaliaram, prudentemente, os gastos da edificação de uma torre ou de fazer guerra contra seus inimigos’; ‘começaram algo sem antes meditarem sobre qual seria seu fim’.

Creio que, independente do resultado (estado reconhecido ou não), a iniciativa árabe já causou danos: pelas falsas expectativas, a violência tem sido estimulada a níveis de descontrole. abbas, numa tentativa de desviar a atenção de si, convocou os muçulmanos, durante as sextas feiras de ramadan, a atacar judeus, a causar distúrbios em Israel. A violência será o maior vilão e suas vítimas, árabes e judeus.

Clamemos para:

- que o SENHOR jogue um balde de água gelada nos ânimos daqueles que ‘são ferozes e têm a mão contra todos e todos são contra eles, que habitam diante da face de seus irmãos’ (Gênesis 16. 12). Toda violência seja repreendida, em Nome de JESUS. Venha a paz do MASHIACH de Israel nos corações daqueles que procuram a verdadeira paz e não em armas ou religiões;

- que mais e mais conselheiros como Husai (2 Samuel 7) se levantem para aconselhar abbas e seus comparsas, para que, de fato, a licitação em setembro nem seja apresentada, em Nome de JESUS;

- que haja confusão no arraial do inimigo e sejam eles envergonhados, para que saibam que há um Único e Verdadeiro DEUS e SENHOR:

Ajuda-me, ó SENHOR ELOHAI, salva-me segundo a Tua misericórdia. Para que saibam que esta é a Tua mão, e que TU, SENHOR, o fizeste. Amaldiçoem eles, mas abençoa TU; quando se levantarem fiquem confundidos; e alegre-se o Teu servo. Vistam-se os meus adversários de vergonha, e cubram-se com a sua própria confusão como com uma capa. Louvarei grandemente ao SENHOR com a minha boca; louvá-lO-ei entre a multidão. Pois se porá à direita do pobre, para o livrar dos que condenam a sua alma” (Salmo 109. 26-31)

Sejam confundidos, e voltem para trás todos os que odeiam a Sião (Salmo 129. 5);

- que toda a violência programada por satanás durante ramadan seja convertida em bênçãos para os judeus e cristãos, e salvação em abundância para os muçulmanos e árabes. Clamemos para que o SENHOR, durante esse período de jejum e busca genuína de crescimento espiritual, Se revele aos muçulmanos, remova o véu que satanás lhes pôs sobre seus olhos espirituais e vejam A Verdade, encontrem O Caminho e se decidam pela Vida verdadeira, que é CRISTO JESUS.

- que o SENHOR dos Exércitos unge e capacite Ron Prosor, o embaixador de Israel na ONU, com ousadia, percepção, discernimento, sabedoria e a habilidade de usar a Palavra de YAH (como tem feito Netanyahu, em vários momentos), declarando a verdade, expondo o espírito anti-semita e anti-Israel da ONU e de muitos de seus membros. Tenha ele espírito excelente que estava sobre Daniel para fazê-lo conduzir-se diante de reis e príncipes (Daniel 5. 12,14);

- louvado seja YAH que tem usado Netanyahu, Lieberman e Danon Ayalon para declarar a verdade e confrontar a mentira institucionalizada entre as nações da Terra;

- que a pressão que satanás tenta impor sobre Israel, por meio da atitude de abbas e dos árabes que vivem em Israel redunde em glória, louvor, adoração e ações de graça a ELOHEI Israel, o Todo Poderoso, e a pressão recaia sobre a liderança do fatah e do hamas.Portanto, assim diz o ADONAI ELOHIM: ‘EU levantei a Minha mão, para que os gentios, que estão ao redor de vós, levem o seu opróbrio’” (Ezequiel 36. 7);

- que o bom senso divino seja estabelecido nos países que têm poder de voto no Conselho de Segurança da ONU e, em chegando tal infame petição até eles, sejam como balaão falando – ainda que queiram amaldiçoar Israel, não poderão fazê-lo, porque falarão pelo Espírito de YHVH:

(Números 23. 8-10)

(Números 23. 19-24)

(Números 24. 2-9);

- que o SENHOR não Se cale ante tal afronta, mas Seu juízo (que é cheio de misericórdia) seja derramado sobre aqueles que se levantam contra ELE mesmo:

Ó DEUS, não estejas em silêncio; não Te cales, nem Te aquietes, ó DEUS, porque eis que Teus inimigos fazem tumulto, e os que Te odeiam levantaram a cabeça. Tomaram astuto conselho contra o Teu povo, e consultaram contra os Teus escondidos. Disseram: Vinde, e desarraiguemo-los para que não sejam nação, nem haja mais memória do nome de Israel” (Salmo 83. 1-4)

Eis que as nações são consideradas por ELE como a gota de um balde, e como o pó miúdo das balanças; eis que ELE levanta as ilhas como a uma coisa pequeníssima. Todas as nações são como nada perante ELE; ELE as considera menos do que nada e como uma coisa vã. O que reduz a nada os príncipes, e torna em coisa vã os juízes da Terra” (Isaías 40. 15,17,23)

- que tempo do SENHOR seja estabelecido em todos esses acontecimentos, louvando-O porque ELE tem o controle de todas as coisas – “Ora, a suma do que temos dito é que temos Um Sumo Sacerdote tal, que está assentado nos céus à destra do trono da majestade, Ministro do santuário e do verdadeiro tabernáculo, o qual o SENHOR fundou, e não o homem” (Hebreus 8. 1,2) – JESUS está assentado no trono da majestade, à destra do DEUS Todo Poderoso, aguardando até que todos os inimigos sejam postos por escabelo de Seus pés (Hebreus 10. 12,13), em posição de vitória, de repouso (ELE não está lutando, mas segue intercedendo por nós). ELE venceu e essa é a suma de tudo isso: podemos esperar pelo cumprimento cabal de todas as Suas promessas concernentes à plena restauração de Israel e sua salvação. HalleluYAH!!! Amém!!!

Assim falou o SENHOR dos Exércitos, dizendo: Executai juízo verdadeiro, mostrai piedade e misericórdia cada um para com seu irmão. E não oprimais a viúva, nem o órfão, nem o estrangeiro, nem o pobre, nem intente cada um, em seu coração, o mal contra o seu irmão” (Zacarias 7. 9,10)

Pela primeira vez em muitos anos, uma onda de protestos tem mobilizado multidões de pessoas da classe média em Israel (250.000 em Tel Aviv; 30.000 em Jerusalém), reivindicando ‘justiça social’, como resposta à elevação do custo de vida no país. Os pontos principais dos protestos são os preços astronômicos das moradias, o alto custo dos alimentos, os gastos sociais e o descontrole nos preços do gás e petróleo.

Israel depende do fornecimento externo de gás e petróleo (as descobertas dos campos de gás e petróleo em Haifa são recentes – ainda não iniciaram a produção para abastecimento interno).

O congelamento das construções em várias partes de Israel e o impedimento (pelas nações) das construções em Israel certamente contribuíram para o custo das moradias: “Porque nos teus desertos, e nos teus lugares solitários, e na tua terra destruída, agora te verás apertada de moradores, e os que te devoravam se afastarão para longe de ti. E até mesmo os filhos da tua orfandade dirão aos teus ouvidos: Muito estreito é para mim este lugar; aparta-te de mim, para que possa habitar nele” (Isaías 49. 19,20).

A resposta de Netanyahu foi imediata em estabelecer soluções (formou comissão, ‘Equipe Rothschil’, para analisar a situação e, no prazo de um mês, propor soluções, focando na diminuição de encargos sociais, melhorar a distribuição de renda, expandir o acesso a serviços sociais, aumentar a competição para que os preços baixem e implementar novos planos de construção), principalmente no que tange âs leis e burocracia para a construção, aliviando-as. De fato, está disposto a reformas, mas alertou que ficará dentro do orçamento do país e não caminhará nos passos dos EUA, pela queda da credibilidade daquela nação em razão do débito do governo norte-americano (na ordem dos trilhões de dólares).

Infelizmente, tais demonstrações civis têm assumido um cunho político, com os partidos de oposição exigindo a saída de Netanyahu como solução para a crise. Até a mídia tem mostrado que a esquerda, quando esteve no governo, fez menos do que Netanyahu e que o problema não se resume à mudança de regime político, mas aos problemas econômicos inerentes a um povo que está em contínua ameaça e deve despender grandes somas em defesa. Líderes da economia, incluindo o renomado economista do Banco Central de Israel, Stanley Fischer, confirmou que Netanyahu está tomando sólidas medidas para reverter a situação, a fim de tornar o mercado imobiliário mais competitivo. Comparativamente a outras economias, a saúde econômica de Israel tem sido avaliada como forte e se comportado estável diante da crise mundial.

- clamemos por reais mudanças sociais e pelo balizamento da justiça social com a justiça do Reino de YHVH e Sua verdade (Romanos 14. 17): “Fazei justiça ao pobre e ao órfão; justificai o aflito e o necessitado. Livrai o pobre e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios” (Salmo 82. 3,4);

- sabedoria divina seja derramada sobre o novo comitê criado, a fim de que se balize nas instruções da Torah, eliminando toda a corrupção e burocracia. Sei que isso é um milagre, mas tudo é possível ao que crê;

- que a sabedoria do Alto seja derramada sobre a liderança política e econômica em Israel e que medidas concretas sejam estabelecidas para melhorar a vida do povo. Que sigam os passos do rei David: “Reinou, pois, David sobre todo o Israel; e David fazia direito e justiça a todo o seu povo” (2 Samuel 8.15).

(Jeremias 22.3,4)

- que Israel cresça e seja fortalecida economicamente, gerando milhões de postos de emprego. Com os abalos na economia norte-americana e européia, judeus que estão no cativeiro desejarão fazer a aliayh. Para tanto, ofertas de emprego serão extremamente necessárias.

Haja paz dentro de teus muros, e prosperidade dentro dos teus palácios” (Salmo 122. 7)”

haverá semente de prosperidade; a vide dará o seu fruto, e a terra dará a sua novidade, e os céus darão o seu orvalho; e farei que o restante deste povo herde tudo isto. E há de suceder, ó casa de Judá, e casa de Israel, que, assim como fostes uma maldição entre os gentios, assim vos salvarei, e sereis uma bênção; não temais, esforcem-se as vossas mãos” (Zacarias 8.12,13);

- caia por terra toda divisão em Israel, porque reino dividido não subsiste (Mateus 12. 25). Que as lideranças tenham um só coração no SENHOR e busquem o bem-estar da comunidade e não simplesmente poder. Assim como foram os valentes de David, como se fossem um só homem com ele; assim como quando Neemias e o povo findaram a construção dos muros de Jerusalém e se congregaram, como um só homem, para ouvir a Palavra de YHVH, como um só homem (Neemias 8. 1), seja Israel como um só homem (sob a unção e direção do Espírito de YHVH);

- que o povo tenha discernimento entre os genuinamente interessados em mudanças para melhoria do povo e dos aproveitadores políticos, que estão ‘pondo lenha na fogueira’ para ampliar a ‘desordem’ e desestabilizar o governo atual – que tais pessoas sejam isoladas e seus intentos frustrados, em Nome de JESUS;

- sejam os líderes em Israel levantados pela força do SENHOR em Seu povo – “Então os governadores de Judá dirão no seu coração: Os habitantes de Jerusalém são a minha força no SENHOR dos Exércitos, seu DEUS” (Zacarias 12. 5).

- o SENHOR os levantou para ser uma só nação, sob um só líder, um só pastor (Ezequiel 37. 16-22,24-26). Que se cumpra a Sua Palavra em nossos dias, para a glória e a honra de Seu Soberano e Potente Nome.

(Deuteronômio 28. 12,13)

Na semana passada, a capacidade de crédito dos EUA caiu de AAA para AA+, a despeito das medidas econômicas assumidas. Os governos utilizam-se do ‘orçamento deficitário’ (o quanto têm de déficit por um determinado período), o que é uma ilusão. O débito é para a economia o que a doença é para o corpo: deletérios.

Não posso deixar de pensar em que momentos esses abalos estão acontecendo: nos meses que antecedem a votação de uma provável licitação para divisão das terras de Israel e a entrega das mesmas a deuses estranhos. Julgamento de YHVH? Certamente, não só pelas ações contra Israel (Isaías 34. 2,8 – “Pois ADONAI está irado com todas as nações, furioso com todos os seus exércitos; ELE as destruiu completamente, as entregou à matança… Pois ADONAI tem um dia de vingança, um ano de retribuição pela luta contra Tsion”), mas pelo afastamento das nações aos princípios da Palavra.

Em Deuteronômio 28. 12,13, encontramos juntamente uma promessa, uma ordenança e um alerta. A nação não deveria tomar emprestado. Entretanto, isso não aconteceu e os EUA devem trilhões de dólares ao mundo. E YHVH não pode abençoar quando há débito. Essa mentalidade de prosperidade atingiu o Corpo do MESSIAS em todas as nações da Terra, contaminando-o nos seus fundamentos…

Com o abalo e quebra da economia norte-americana, o mundo será afetado política, econômica e espiritualmente, o que pode provocar o aparecimento de uma forte onda de anti-semitismo e anti-sionismo, uma vez que o mundo sofre da ‘síndrome do Éden’ (a culpa sempre é do outro) e desesperadamente necessita de um ‘bode expiatório’ que acoberte suas mazelas: os judeus são os candidatos mais prováveis ao cargo, inda mais quando há vários banqueiros nova iorquinos judeus!!! Ambição, avareza, cobiça, complacência e busca do conforto próprio cegaram tanto os crentes como ímpios. Esses são dias de julgamento.

- clamemos por arrependimento genuíno, pessoal, familiar, da nação e por Israel, lembrando que não deveríamos tomar emprestado (como no uso abusivo e desmedido dos cartões de crédito – outra falácia de satanás), mas emprestar (sem juros). Clamemos pela misericórdia (não receber o que merecemos) do Alto;

- clamemos por responsabilidade pessoal, familiar, nacional e por Israel, para assumir erros e procurar soluções, sem arrumar bodes expiatórios para os problemas financeiros. Que venha sabedoria divina para lidar com as dificuldades e criatividade divina para sobressair-se na crise;

- clamemos por graça (receber aquilo que não merecemos) divina pessoal, familiar, nacional e por Israel para glorificarmos o Nome do SENHOR;

- clamemos para que Israel saiba lidar com a crise econômica muito bem e, ao fim, o Nome do SENHOR seja glorificado, porque só ELE seria capaz de trazer livramento a Seu povo, à Sua herança, Israel. Que seja encontrada fiel a ELOHEI Israel.

(Isaías 41. 10-16)

Uma das táticas preferidas dos líderes déspotas no Oriente Médio para desviar a atenção e a pressão de sobre si, é desferir ameaças a Israel. Assad da Síria, Nazrallah do hisballah (Líbano), Abbas em Judéia e Samaria, Ahmadinejad do Irã, Ismail Haniyeh do hamas em Gaza, todos sendo ameaçados em seus domínios por levantes populares ou por má administração, incitam o povo a ataques contra Israel:

- Assad tem pago os fazendeiros de fronteira para atacar Israel. Irã continua a apoiar Assad, a fim de não perder seu domínio na região. A Turquia está hospedando os dissidentes políticos sírios e já cortou relações com aquele país, condenando suas ações contra o povo, com o intuito de tomar seu lugar junto aos favores iranianos. A possibilidade de invasão de árabes que vivem na Síria, em setembro, para tomarem as colinas de Golan (como aconteceu em maio e junho), pode ser reforçada pelo exército sírio.

- Novo atraso na corrida nuclear da usina de Bushehr, no Irã, foi anunciado na semana passada. Louvado seja o SENHOR por isso. O presidente do governo regional do Kurdistão, no Iraque, Massoud Barzani, em acordo com o governo israelense, concedeu espaço para que as FDI posicionem seis aeronaves sem piloto, agentes de inteligência e consultores militares na região. Em troca, estudantes kurdistaneses seriam aceitos nas universidades israelenses. Quatro das aeronaves ficarão estacionadas na base aérea de Khalidiyah, ao norte da cidade petrolífera de Kirkuk, e os outros dois no aeroporto da cidade de Mosul (áreas a NE do Iraque, zona fronteiriça ao Irã). Agentes da inteligência israelense e conselheiros militares, equipados com transmissores especiais, também são esperados, a fim de treinarem as forças de segurança de Mosul. Tal acordo está irritando ahmadinejad, que ameaçou Israel,em caso de ataques às suas instalações nucleares.

- A Interpal, uma organização de ajuda humanitária, totalmente anti-judaica e ligada a atividades terroristas, cujo líder é o membro do parlamento escocês, George Galloway, desde mês passado, tem enviado comboios a Gaza, via Sinai, com a anuência do governo egípcio. Essa organização tem transferido fundos para a conta do hamas. O governo israelense crê, em razão do passado anti-Israel dessa organização, que além de insumos, equipamentos bélicos e terroristas estejam entrando em Gaza. O comboio esperado para esse mês partiu da África do Sul e passará pelo Sudão, possivelmente para embarcar terroristas daquela nação e munições para engrossar o terrorismo do hamas em Gaza.

- os terroristas de Gaza têm atacado Israel continuamente com mísseis de pequeno e médio alcance. O último chegou a Beer Sheva (uns 40 km a leste de Gaza). Louvado seja YAH que não houve vítimas ou perdas materiais. Mas, há duas semanas, uma senhora israelense que trabalhava no campo, foi vítima de um desses mísseis, porque nos campos não há abrigos anti-aéreos e os trabalhadores ficam expostos a qualquer atividade terrorista!

- a situação interna do Líbano ameaça a posição do hisb’allah e de sua liderança. Com a dificuldade do apoio sírio (pela situação que enfrenta Assad) e a desconexão com o Irã (ainda que temporária), a liderança de Nasrallah está ameaçada. E, para divergir a atenção de si, Nasrallah está ameaçando Israel, se esta se atrever a explorar ‘as suas reservas de petróleo e gás’, descobertas por Israel no ano passado, em águas israelenses que avançam para águas do sul do Líbano.

- abbas e suas ameaças constantes (incentivo à violência, durante as sextas-feiras de ramadan; o incentivo à invasão das fronteiras, em setembro, com ou sem a aprovação de um estado árabe independente em terras de Israel)…

Israel está cercada de inimigos que estão se fortalecendo e se equipando militarmente. Ameaças por todos os lados!

Louvemos ao SENHOR, porque ELE é HaSHOMER Israel, O Guarda de Israel:

Eis que não tosquenejará nem dormirá O Guarda de Israel. O SENHOR é quem te guarda; o SENHOR é a tua sombra à tua direita” (Salmo 121. 4,5)

Ouvi a palavra do SENHOR, ó nações, e anunciai-a nas ilhas longínquas, e dizei: Aquele que espalhou a Israel o congregará e o guardará, como o pastor ao seu rebanho” (Jeremias 31. 10)

Clamemos pelo derramar do Espírito Santo em toda a Casa de Israel, para que os habitantes de Israel sejam levantados como poderoso exército do SENHOR, de número incontável, porque o SENHOR a levantará para cumprir seu propósito profético no meio dos homens – “E profetizei como ELE me deu ordem; então o Espírito entrou neles, e viveram, e se puseram em pé, um exército grande em extremo” (Ezequiel 37. 10)

Que o SENHOR levante as FDI como um exército poderoso em Suas mãos, preparando-o para cumprir seu propósito nos nossos dias – “Agora se congregaram muitas nações contra ti, que dizem: Seja profanada, e vejam os nossos olhos o seu desejo sobre Sião. Mas não sabem os pensamentos do SENHOR, nem entendem o Seu conselho; porque as ajuntou como gavelas numa eira. Levanta-te e trilha, ó filha de Sião; porque EU farei de ferro o teu chifre, e de bronze as tuas unhas; e esmiuçarás a muitos povos, e o seu ganho será consagrado ao SENHOR, e os seus bens ao SENHOR de toda a Terra” (Miquéias 4. 11-13).

Não falte recursos, não falte tecnologia, não faltem estratégias para as FDI e seus líderes combaterem os inimigos de YHVH.

Não falte ousadia, coragem, amor ao SENHOR, amor à terra e ao povo para pelejarem as pelejas que sobrevirão a Israel.

Que cada judeu (quer em Israel, quer no cativeiro das nações) seja batizado com o espírito de guerreiro, com o espírito de intrepidez, com a consciência de que está batalhando as batalhas de ELOHEI Israel e, por causa disso, dará ELE todo o respaldo e fortalecimento e provisão e escape, porque ELE é DEUS fiel!Pois o SENHOR expulsou de diante de vós grandes e fortes nações; e, quanto a vós, ninguém vos tem podido resistir, até o dia de hoje. Um só homem dentre vós perseguirá a mil; pois é o SENHOR vosso DEUS que peleja por vós, como já vos tem falado” (Josué 23. 9,10).

Coragem, visão, percepção, discernimento, sabedoria abundem nos comandantes das FDI, especialmente no Chefe de Estado, Benny Gantz. – “Então os governadores (generais) de Judá dirão no seu coração: Os habitantes de Jerusalém são a minha força no SENHOR dos Exércitos, seu DEUS. Naquele dia porei os governadores (generais) de Judá como um braseiro ardente no meio da lenha, e como um facho de fogo entre gavelas; e à direita e à esquerda consumirão a todos os povos em redor, e Jerusalém será habitada outra vez no seu lugar, em Jerusalém” (Zacarias 12. 5,6).

Espias sejam bem informados e capacitados para ouvir com ouvidos limpos, ver com olhos aguçados e perspicazes às artimanhas e laços dos inimigos de Israel.

Cada soldado tenha olhos de águia e sentidos aguçadíssimos para discernir os propósitos do inimigo.

Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR, que o inclina a todo o Seu querer” (Provérbios 21. 1)

Israel passa por muitas ameaças (internas e externas) e quem a representa. Levantemos um clamor especificamente por Netanyahu, para que:

- tenha um coração ensinável e quebrantado, e possa ser tocado pelo Espírito do SENHOR em cada shabat (momento em que descansa com sua família e estuda a Torah com seu filho);

- dessa comunhão, venha sabedoria em lidar com todos os críticos assuntos que envolvem Israel hoje: protestos internos por justiça social, os planos dos árabes de declararem independência, as ameaças de ataque pela Síria e por Gaza, a questão iraniana;

- dessa comunhão venha o reconhecimento de quem é o MESSIAS de Israel e a salvação sua e de toda sua casa;

- as palavras de YHVH estejam em seu coração e em sua boca e a declare como voz profética para as nações nesses dias. Além do mais, que receba em seu coração as estratégias de YAH para esses dias, em Nome do SENHOR JESUS.

Não temas, pois, porque estou contigo; trarei a tua descendência desde o oriente, e te ajuntarei desde o ocidente. Direi ao norte: Dá; e ao sul: Não retenhas; trazei Meus filhos de longe e Minhas filhas das extremidades da Terra. A todos os que são chamados pelo Meu Nome e os que criei para a Minha glória, os formei, e também os fiz” (Isaías 43:5-7)

A aliyah está no coração do PAI, porque esta é uma das formas pelas quais ELE será glorificado no meio da Terra. São nessas condições humanamente impossíveis que o poder de YAH se manifesta tremendamente. Mesmo diante de tantas ameaças, a aliyah tem sido surpreendente durante esse verão em Israel, assim como foi surpreendente a chuva que caiu em Tel Aviv nesse final de semana. HalleluYAH!!! As chuvas apontam para bênçãos e aprovação divina. Chuvas são prometidas com o regresso do povo à terra de seus antepassados. HalleluYAH!!! Depois de 7 anos de seca em Israel (o que causou danos irreversíveis ao Iam Qineret e Vale do Jordão), as chuvas que antecedem o outono são sempre prenúncio de munitas chuvas durante o inverno.Assim seja!

Clamemos para que:

- os obstáculos ‘burrocráticos’ caiam por terra, em Nome de JESUS e seja simples e fácil retornar para viver em Israel;

- mais e mais judeus sejam despertados e motivados a retornarem a Israel, em Nome de JESUS. Que o SENHOR unja com graça, ousadia, persistência, visão, recursos inesgotáveis as entidades que auxiliam na aliyah (Agência Judaica, Nefesh b’Nefesh, Ebenezer – Operação Êxodo, Nas Asas de Águias (On Wings of Eagles), etc);

- os judeus da Inglaterra sejam despertados pelo SENHOR, diante dos tumultos ocorridos em Londres (Zacarias 8. 7,8);

- os judeus dos EUA sejam despertados de seu comodismo e livres do espírito de mamom, para que possam decidir, livremente, retornar a Eretz Israel. Que o SENHOR utilize os avessos econômicos e os desastres naturais para ajudar as famílias a verem que o lugar mais seguro no planeta Terra é estar no centro da vontade de ELOHEI Israel e que Sua perfeita vontade é que todo judeu retorne à possessão de seus antepassados (Zacarias 8. 7,8);

- estejam prontos os judeus messiânicos em todas as terras do cativeiro para ouvir a voz do Poderoso de Israel e a obedecê-la sem pensar na forma de sustento ou no que farão, pela certeza de que Aquele que chamou, cuidará de toda a provisão, assim como ELE mesmo tem enviado chuvas em Israel! Que esses judeus messiânicos estejam prontos e disponíveis para conduzir a outros para Eretz Israel e para o MASHIACH de Israel, YEHOSHUA HaMASHIACH;

- o SENHOR traga de volta os poucos judeus que vivem em países muçulmanos (como no Irã, em Marrocos e outros). Sejam eles livres para sair e retornar à Tsion de seus antepassados. Que os poucos judeus que vivem na Etiópia tenham condições, liberdade e recursos para realizar a aliyah;

- o SENHOR abra as portas para os anussim regressarem à terra de seus antepassados, assim como ELE providenciou o regresso de descendentes da tribo de Menash, etíopes e russos sem documentos ou comprovações de sua ascendência. Que os judeus anussim (forçados) de Espanha, Portugal e América Latina tenham as portas escancaradas pelo próprio SENHOR, de tal forma que quem passar reconheça que só a mão do SENHOR poderia realizar tão grande feito;

- todos os judeus ouçam as doces palavras do SENHOR dos Exércitos:

Amo você com amor perpétuo; é por isso que, em Minha graça, EU a atraí a Mim. Uma vez mais a edificarei; você será reconstruída, virgem de Israel. Uma vez mais, equipada com seus tamborins, sairá e dançará com os festeiros. Uma vez mais, plantará vinhas nas colinas de Shomron (Samaria), e aqueles que as plantaram desfrutarão de seus frutos… Assim diz ADONAI: ‘Cantem com alegria por Yaacov! Gritem pelo líder (cabeça, chefe) das nações! Proclamem seu louvor e digam: “ADONAI! TU salvaste Teu povo, o remanescente de Israel!”’ Vejam! EU os estou trazendo de uma terra do norte, congregando-os das longínquas extremidades da Terra… Eles virão, lamentando e orando, enquanto EU os trago de volta. EU os guiarei pelos ribeiros de água, por um caminho plano para que não tropecem. Porque EU sou PAI para Israel, e Efraim é Meu primogênito… Eles virão e cantarão nos altos de Tsion, correndo para a bondade de YHVH, para o grão, o vinho, o azeite de oliva, para os jovens do rebanho e para a manada. Eles mesmos serão como um jardim bem regado, nunca mais adoecerão” (Jeremias 31. 3-5,7-9,12) – decidam-se pela aliyah, de regresso a Israel, em lamento e oração, correndo para os braços do SENHOR que é bom, correndo para a bondade de YHVH, para Sua salvação e libertação, para a novidade de vida no MESSIAS de Israel!

- o Corpo do MESSIAS seja desperto, motivado para despertar, motivar, investir, orar para que a aliyah seja uma realidade em suas comunidades e nações;

- as agências que auxiliam a klitah (assentamento), sejam prósperas e consigam colocar todos os que estão chegando em Israel;

- portas de emprego, oportunidade de estudos seja viável a todos os que estão fazendo a aliyah, em Nome de JESUS. Haja prosperidade em Israel para receber a multidão que precisa regressar.

E dar-vos-ei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne. E porei dentro de vós o Meu Espírito, e farei que andeis nos Meus estatutos, e guardeis os Meus juízos, e os observeis. E habitareis na terra que EU dei a vossos pais e vós sereis o Meu povo, e EU serei o vosso DEUS” (Ezequiel 36. 26-28)

Clamemos pelo derramar do Espírito de graça e súplicas sobre toda a Casa de Israel e reconheçam Aquele a quem traspassaram e se arrependam de seus maus caminhos (Zacarias 12. 10; Ezequiel 36. 31).

Clamemos pela conversão dos sobreviventes do holocausto – que conheçam ao MESSIAS de Israel e sejam curados das profundas marcas que os acompanharam durante esses anos. Seja esse o legado de salvação e perdão que deixem aos seus descendentes, em Nome de YEHOSHUA HaMASHIACH.

Que judeus ortodoxos e ultra-ortodoxos, assim como Saulo de Tarso, ‘caiam do cavalo’ e tenham suas visões físicas ofuscadas pela visão espiritual da revelação do MASHIACH de Israel, YEHOSHUA Ben David, Ben ELOHIM (Atos 9. 3-8)! À medida que são expostos à Verdade, que caminhem na nova Luz que receberam e sejam testemunhas fiéis, enfrentando, em amor, cheios da unção e capacitação do Espírito, a escribas e fariseus, como Paulo de Tarso, como Estêvão.

Que seja o dia da salvação em Israel e no cativeiro das nações para milhões de judeus, para a glória, a honra, o louvor e adoração ao SENHOR de toda a Terra, ao Amado e desejado das nações, YEHOSHUA HaMASHIACH!

Que judeus agnósticos sejam impactados pela presença gloriosa do SENHOR nas kehilot (congregações).

Que venha o derramar do Espírito Santo nesses dias de modo profuso em Israel – “E ELE me disse: Profetiza ao Espírito, profetiza, ó filho do homem, e dize ao Espírito: “Assim diz YHVH ELOHIM: Vem dos quatro ventos, ó Espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam” (Ezequiel 37. 9).

Clamemos pelos muçulmanos, para que, durante o jejum de ramadan, milhões deles tenham um encontro genuíno, transformador com o MESSIAS Único e Verdadeiro, o MASHIACH de Israel. Que os irmãos que vivem nos países muçulmanos sejam cheios da graça, da unção, da ousadia, do discernimento, recebam palavras de sabedoria e de conhecimento, dons de cura, para ministrarem no poder do Espírito Santo e levarem multidões ao arrependimento e ao reconhecimento e submissão diante do MESSIAS de Israel. Ao pregarem sobre o Reino de YHVH, sejam convincentes pelo Espírito e multidões entrem no reino!

Que o SENHOR Se revele a multidões de muçulmanos em sonhos e visões durante ramadan. Que a violência e o desejo de vingança em seus corações seja substituído pelo amor, pela aceitação, pela cura que só o SENHOR pode compartilhar e conceder, em Nome de YEHOSHUA.

Que a paz do SENHOR YHVH seja consigo e toda sua casa, hoje e sempre.

Com amor e gratidão no MASHIACH, marciah malkah

Jessica Mendonça (159 Posts)


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