Ore pela paz de Jerusalém – 16 a 30.09.2011

“POIS AÍ, NESSE TEMPO, QUANDO EU RESTAURAR A SORTE DE YEHUDAH E YERUSHALAIM, REUNIREI TODAS AS NAÇÕES E AS FAREI DESCER AO VALE DE Y’HOSHAFAT [YHVH JULGA]. ENTRAREI EM JUÍZO ALI POR MEU POVO, MINHA HERANÇA ISRAEL, A QUEM ESPALHARAM POR ENTRE AS NAÇÕES; ENTÃO ELES DIVIDIRAM A MINHA TERRA” (Yoel 3. 1,2).

A grande prova para as nações da Terra

Dia 13 de setembro de 2011, representantes de 193 nações reuniram-se para abrir os trabalhos da 66ª Assembléia Geral da ONU, presidida pelo Qatar (um país anti-judaico) e cujo vice-presidente é o Irã

O Conselho de Segurança da ONU, único órgão legal para oficializar o estabelecimento de um novo estado, será presidido pelo Líbano…

No dia 23 de setembro, abbas, que ganhou o horário nobre para falar, às 12.30h, e receberá tratamento de importante chefe de estado (de acordo com o cerimonial da ONU), apresentará sua petição ao Conselho de Segurança da ONU, para tornar-se um estado-membro pleno com base nas fronteiras anteriores à guerra de 1967. No mesmo dia, em total desrespeito ao o líder cujo Estado é membro desde 1948, e às suas crenças (shabat), e até esperando/desejando que a audiência seja baixa (horário das 21.00h), com o prédio vazio, falará Bin’yamin Netanyahu.

As nações insistem em desmoralizar, deslegitimar, demonizar Israel

Dentre os 168 itens em pauta, certamente, o mais relevante, que poderá alterar o rumo da história atual, ‘a questão do país árabe em Eretz Israel’, no dia 20 (ou 21) de setembro. Neste dia, as nações serão convocadas a posicionar-se no Vale de Yehoshafat, apoiando ou rejeitando tal proposta. Os que votarem a favor terão cadeira cativa no Vale de ‘YHVH Julga’. Os que repudiarem tal proposta imoral serão preservados!

Votar a favor de um estado árabe no coração e nos pulmões (Judéia e Samaria) da terra bíblica de Israel é votar contra YHVH e Sua perfeita vontade (leia a Bíblia e verá que ELE é Sionista Bíblico), é votar pela permanente divisão da herança de YHVH, de Sua terra.

Quem endossará o estado árabe? Em relatos passados, listei os 122 países já comprometidos (Ore pela paz de Jerusalém de 01 a 15.08.2011)… 122 já se alistaram para o Vale de Yehoshafat!!! A sua nação pode estar listada.

O Brasil, e com profundo pesar escrevo isso, se alistou… para vergonha nossa, para vergonha do povo de YHVH que se reúne no Brasil e sequer levantou as mãos para dizer: NÃO!!! ‘Meu povo perece porque lhe falta entendimento…’ Seremos julgados por nossa omissão, amados, não tenham dúvida disso. Enquanto irmãos de várias nações da Europa e EUA se mobilizam em passeatas e movimentos de apoio a Israel, cruzamos nossos braços e apoiamos um estado árabe em terras de Israel por nossa omissão. O SENHOR cobrará isso de nós!

Dois terços dos votos (128) garantem a vitória aos árabes que vivem em Israel. Para contrabalancear os efeitos da campanha árabe, Lieberman visitou líderes de países chave, como os 27 estados membros da UE e potências mundiais. Com isso, Israel espera que a ‘maioria moral’ e não ‘a numérica’ verta a balança para a ilegitimidade da declaração de independência unilateral. Contudo, funcionários em Bruxelas têm trabalhado pela abstenção, o que dividiria a posição do bloco europeu e enfraqueceria Israel. Em verdade, a Europa está dividida: Alemanha, Polônia, República Tcheca, Holanda, Grécia votarão contra, enquanto Rússia, França, Espanha e provavelmente Inglaterra darão seu sim…

Mesmo que não seja aprovada a licitação no Conselho de Segurança da ONU, único órgão capaz de legitimar um estado, o reconhecimento, pelas nações, de Judéia, Samaria, Gaza e Jerusalém oriental como estado árabe implicará na garantia de assento, como membro (não pleno) da ONU, aos árabes que vivem em Israel, passando de ‘entidade não votante observadora’ para ‘estado não membro’ (como o vaticano). A mudança pavimentará o caminho para que os árabes que vivem em Israel se unam a outras corporações e convenções da ONU, fortalecendo sua habilidade de levantar casos contra Israel e arrastá-la à Corte Internacional de Haia, com acusações de usurpação territorial e abusos de poder e força, entre outros.

As razões fundamentais para apoiar um estado árabe, em última instância são ‘ódio a YHVH e o repúdio à Sua Palavra’. Israel é a prova cabal da existência de DEUS, Único, Soberano, Eterno e Infinito. Acabar com Israel é o mesmo que ‘acabar com a prova da existência de YHVH’. Como o SENHOR disse que tudo passará, exceto Sua Palavra, as nações acabarão, mas não Israel!

A institucionalização do roubo de terras pertencentes a Israel não só negará o Decreto do Todo Poderoso, mas também a lei internacional estabelecida na Conferência de San Remo, Itália, em 25 de abril de 1920, que reuniu líderes das principais potências aliadas (Grã-Bretanha, França, Itália, Japão e EUA, este último como observador) para deliberar sobre o território do caído império otomano, além de outros assuntos pertinentes ao pós-guerra. Esse documento seria ratificado, dois anos mais tarde, unanimemente, pelas 51 nações membros da Liga das Nações, sem histórico de sua revogação em qualquer tempo de nossa história.

No assunto império otomano, foi dividido, em sua porção do Oriente Médio, em três grandes territórios: Iraque (atual Iraque), sob mandato britânico; Síria-Líbano (como atuais), sob mandato francês; Palestina (o que é Israel, hoje, os territórios ocupados pelos árabes que lá vivem e a Jordânia), sob mandato britânico.

Na questão ‘Palestina’, o documento de San Remo incluiu, na íntegra, a Declaração de Balfour, escrita em 02 de novembro de 1917, em que o governo britânico se comprometia a fazer das terras dos ancestrais dos judeus o ‘lar nacional para o povo judeu da atualidade’, como transcrito abaixo:

“Caro Lord Rothschild,

“Tenho o grande prazer de endereçar a V. Sa., em nome do governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia quanto às aspirações sionistas, declaração submetida ao gabinente e por ele aprovada:

`O governo de Sua Majestade encara favoravelmente o estabelecimento, na Palestina, de um Lar Nacional para o Povo Judeu, e empregará todos os seus esforços no sentido de facilitar a realização desse objetivo, entendendo-se claramente que nada será feito que possa atentar contra os direitos civis e religiosos das coletividades não-judaicas existentes na Palestina, nem contra os direitos e o estatuto político de que gozam os judeus em qualquer outro país.´

“Desde já, declaro-me extremamente grato a V. Sa. pela gentileza de encaminhar esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista.

“Arthur James Balfour.”

Enfaticamente, a Resolução San Remo de 1920 reconheceu o exclusivo direito judaico às terras de Israel, reconhecimento legítimo, uma lei internacional, com base na histórica conexão do povo judeu ao território antigamente nominado Palestina. Em 24 de julho de 1922, 51 países membros da Liga das Nações, em unanimidade, declararam:

“…Considerando que as principais potências aliadas concordaram que o Mandato seja responsável por colocar em prática a declaração originalmente feita em 02 de novembro de 1917, pelo governo de sua majestade britânica, e adotado pelas ditas potências, em favor do estabelecimento, na Palestina, do lar nacional para o povo judeu, deixando claro e compreendido que nada poderia ser feito para prejudicar os direitos civis e religiosos de comunidades não judaicas existentes na Palestina, ou os direitos e ‘status’ político desfrutados pelos judeus em qualquer outra nação; e considerando que o reconhecimento foi dado à histórica conexão do povo judeu com a Palestina e às terras para a recriação de seu lar nacional naquele país; e considerando que as principais potências aliadas selecionaram sua majestade britânica como o Mandatário para a Palestina; e considerando que tal mandato foi formulado nos seguintes termos e submetido ao Conselho das Nações para aprovação; e considerando que sua majestade britânica aceitou o mandato em respeito à Palestina…; e considerando que… o grau de autoridade, controle ou administração a ser exercido pelo Mandatário… será explicitamente definido pelo Conselho da Liga das Nações…’.

Artigos definiam as atribuições e responsabilidades do mandatário. Gostaria de chamar a atenção para alguns artigos:

Artigo 2. O Mandatário será responsável por instalar no país tais condições política, administrativa e econômica que assegurem o estabelecimento de um lar nacional judaico, como disposto no preâmbulo, e o desenvolvimento de instituições auto gerenciadas, e também para salvo guardar os direitos civis e religiosos de todos os habitantes da Palestina, independente de raça e religião.

Artigo 5. O mandatário será responsável por ver que nenhum território palestino seja cedido, arrendado ou, de nenhuma forma, seja posto sob o controle de qualquer governo ou potência estrangeiro.

Artigo 6. A administração da Palestina, uma vez assegurando que os direitos e posição de outros setores da população não sejam prejudicados, facilitará a imigração judaica sob condições apropriadas e encorajando, em cooperação com a Agência Judaica referida no Artigo 4, assentamentos fechados para judeus na terra, incluindo terras do Estado e desérticas não requeridas para propósitos públicos.

Artigo 7. A administração da Palestina será responsável por promulgar lei de nacionalidade… provisões para facilitar a aquisição de nacionalidade palestina a judeus que façam da Palestina sua  residência permanente…

O presente instrumento deverá ter seu original depositado nos arquivos da Liga das Nações e cópias certificadas serão encaminhadas ao Secretário Geral da Liga das Nações para todos os membros da Liga.

Feito em Londres, aos 24 dias de julho, 1922”.

Embora o documento não tenha sido revogado em qualquer momento da história, portanto legalmente estruturado e válido até os dias de hoje (quando a Liga das Nações deu lugar à Organização das Nações Unidas ou ONU, todas as resoluções e decretos feitos pelo órgão anterior foram validados), tem sido vilmente violado, desrespeitado, desconsiderado; muitas foram as alterações feitas pelos próprios mandatários, a começar do Artigo 5: naquele mesmo ano de 1922, Winston Churchill, então ministro das colônias, deu aos árabes (família Hashemita da realeza árabe) 80% das terras do mandato palestino (as mesmas terras destinadas ao lar nacional judeu), o que corresponde, hoje, à Jordânia. Inglaterra sucumbiu às pressões árabes (petróleo). Outros artigos também foram burlados, como os artigos 6 e 7, com limitação, pelo governo inglês, da imigração de judeus  ao ‘seu futuro lar nacional’, inclusive no período da 2ª Guerra Mundial (judeus foram enviados de volta à Europa e, fatalmente, aos campos de concentração…).

Os judeus estão em Eretz Israel por direito e não por permissão das nações. Direito estabelecido pelo Criador dos céus e da Terra e ratificado pelos homens, milênios mais tarde. Qualquer tentativa de negar o direito legal e exclusivo do povo judeu à Palestina/Eretz Israel e negar a eles o acesso e controle sobre toda a área designada àquele povo pela Liga das Nações é uma séria violação da lei internacional e à Lei do Todo Poderoso.

A terra sobre a qual a ONU quer deliberar é a mesma por onde Avraham caminhou (tomando posse) quando o SENHOR lha prometeu em herança. A mesma terra em que viveu Yaacov e por onde viajou, quando YHVH garantiu que a promessa feita a Avraham era para ele também e seus descendentes depois dele. É a mesma terra comprada pelos patriarcas de Israel e onde foram enterrados. A mesma terra conquistada pelos israelenses sob o comando de Yehoshua (Josué) e dada em herança às tribos de Yehudah, Bin’yamin, Efraim e a meia tribo de Menasheh. A mesma terra que recebeu o Tabernáculo do SENHOR por 400 anos. A mesma terra onde nasceu David e sobre a qual reinou.  Aquela terra que é assento para a Jerusalém dos tempos bíblicos, na qual Shlomoh, Zerubavel e Herodes edificaram templos judaicos e onde a glória de YAH foi visível nos dias de Shlomoh e nos dias do MESSIAS de Israel! A mesma terra onde nosso MESSIAS nasceu, cresceu, ministrou, foi crucificado, sepultado, ressuscitou e de onde subiu aos céus e para onde retornará! Exatamente a mesma terra para onde o SENHOR prometeu, por mais de 159 vezes nas Escrituras, trazer Seu povo de volta do último exílio das nações! É dessa terra, herança do SENHOR, que as gentes dos povos têm usurpado…

Apenas algumas poucas referências do Título de Propriedade de Eretz Israel no Livro dos livros, na Lei das leis:

Gênesis 12. 1-3,6-8 13. 14-17 15. 7,17-21 17. 7,8 24. 7 26. 2-4 28. 12-15 35. 10-12 39.  9-15
Êxodo 6. 2-4 32. 13 33. 1,2
Levítico 20. 23,24
Números 33. 50-54 34. 1,2
Deuteronômio 1. 6-8 11. 11,12
Josué 21. 43-45
1 Crônicas 16. 14-19
2 Samuel 7. 10
Salmos 78. 52-55,68-72 105. 6-11 135. 10,11 136. 18-22 147. 2,11-20
Isaías 14. 1 19. 25
Jeremias 3. 18 12. 14 23. 8 51. 19
Ezequiel 28. 25,26 34. 13,14 36. 8,12,24,28,33-38 37. 14,21
Amós 9. 14,15
Obadias 17-21

Yaacov ouviu o SENHOR lhe dizer: “Partiu, pois, Jacó de Beer Sheva, e foi a Charan; e chegou a um lugar onde passou a noite, porque já o sol era posto; e tomou uma das pedras daquele lugar, e a pôs por seu travesseiro, e deitou-se naquele lugar. E sonhou: e eis uma escada posta na terra, cujo topo tocava nos céus; e eis que os anjos de ELOHIM subiam e desciam por ela; e eis que o SENHOR estava em cima dela, e disse: EU Sou YHVH ELOHEI Avraham teu pai, e ELOHEI Itschaq; esta terra, em que estás deitado, darei a ti e à tua descendência; e a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da Terra; e eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado” (Gênesis  28. 10-15). Assim como cumpriu o que prometera a Yaacov, não o abandonando, não deixará s(S)eus descendentes tampouco!

Quem reuniu as nações naquele prédio da ONU para ‘descascar esse abacaxi’? Quem os está atraindo até esse momento da história? Quem os está provando? Creio, sinceramente, que o DEUS da história, O Mesmo que não Se ausenta de Seu trono de glória, de amor, de decisões, O Próprio que tem mexido no caldeirão chamado Oriente Médio, ELE atraiu as 193 nações da Terra para aquele momento. Por anos, essas nações têm feito o que desejam com Israel, julgando seus atos, condenando-a na maior parte das vezes, fomentando o ódio contra ela, instigando guerras contra ela, zombando dela, ameaçando-a com crueldade e sem piedade.

‘Multidões, multidões no vale da Decisão’ – foi em Nova Iorque que o SENHOR as congregou para prová-las e ver onde vão parar. Certamente, Seu desejo é de que todas as nações saiam aprovadas dessa 66ª assembléia geral da ONU. Mas, muitas delas se condenarão a si mesmas, votando contra o SENHOR!

O vale de Y’hoshafat é um pequeno e indescritível canal que se alimenta no extremo norte do ribeiro de Cedrom (vale), à sombra do Monte das Oliveiras. Como, nesse pequeno canal, o SENHOR congregará todos aqueles que se alinham contra Israel? “E naquele dia estarão os Seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; e o monte das Oliveiras será fendido pelo meio, para o oriente e para o ocidente, e haverá um vale muito grande; e metade do monte se apartará para o norte, e a outra metade dele para o sul” (Zacarias 14. 4).

YAH disse que aquela terra, que é dELE, pertence ao povo judeu (ELE assim o desejou, determinou e o fez!). Não faz diferença o que os governos dizem a respeito daquela porção territorial, nem se ‘demo’craticamente o governo de Israel optar pela solução de dois estados e decidir dar parte das terras. Isso é contra o Dono da terra!

Dize, portanto, à casa de Israel: Assim diz YHVH ELOHIM: Não é por respeito a vós que EU faço isto, ó casa de Israel, mas pelo Meu Santo Nome, que profanastes entre as nações para onde fostes. E EU santificarei o Meu grande Nome, que foi profanado entre os gentios, o qual profanastes no meio deles; e os gentios saberão que EU sou o SENHOR, diz YHVH ELOHIM, quando EU for santificado aos seus olhos. E vos tomarei dentre os gentios, e vos congregarei de todas as terras, e vos trarei para a vossa terra… E dirão: Esta terra assolada ficou como jardim do Éden: e as cidades solitárias, e assoladas, e destruídas, estão fortalecidas e habitadas. Então saberão os gentios, que tiverem ficado ao redor de vós, que EU, YHVH, tenho reedificado as cidades destruídas, e plantado o que estava devastado. EU, o SENHOR, o disse e o farei” (Ezequiel 36:22-24,35,36)

O Conselho de Segurança da ONU é o órgão legitimado a reconhecer um novo estado. É formado por cinco membros permanentes que têm poder de veto (China, França, Rússia, Reino Unido e EUA) e 10 não permanentes, sem direito a veto (África do Sul, Alemanha, Bósnia-Herzegovina, Brasil, Colômbia, Gabão, Índia, Líbano, Nigéria e Portugal). Os EUA declararam que vetarão a decisão (mas não se pode crer em obama e sua política anti-Israel), se esta for favorável aos árabes, enquanto China, Rússia, França e eventualmente Inglaterra apóiam o estado árabe.

Entretanto, a Liga Árabe começou sua pressão feroz para que não haja perdas no Conselho. Contratos petrolíferos com os EUA não têm sido renovados. O príncipe saudita Turki al-Faisal exigiu que EUA suportem um estado árabe. Caso contrário, a pouca influência norte-americana entre os países árabes declinará de vez, o que deixaria a área livre para o avanço de poder e influência iranianos. Além disso, a cooperação mútua entre as duas nações despencaria.

Turquia vem deteriorando as relações com Israel de modo significativo e provocado por ela mesma, também por causa do relatório Palmer sobre a flotilha Marvi Marmara, entregue há uma semana, que testificou a legalidade do bloqueio marítimo israelense a Gaza e condenando as ações turcas, ainda que tenha dito que as reações de defesa israelenses foram exageradas… Desconsiderando o relatório, segue exigindo desculpas de Israel e ressarcimento aos familiares das vítimas, ameaçando enviar outras embarcações de ajuda humanitária (totalmente desnecessária) ‘protegidas’ por seus navios de guerra, com a finalidade de perfurar o bloqueio. O embaixador de Israel em Ankara foi expulso do país na primeira semana de setembro, dias antes da publicação do relatório Palmer.

Israel parece acuada e cercada de todos os lados, sem recursos, sem salvação, sem lugar para fugir ou em quem apoiar-se ou com quem contar.

Elevo os meus olhos para os montes. De onde me virá o socorro? O meu socorro vem dAquele que não dorme nem dormita, de SHOMER Israel’ (Salmo 121)

Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte” (2 Coríntios 12.10)

Que Israel volte seus olhos para o alto, clamando pelo socorro do SENHOR! Que o Corpo do MESSIAS, em mover sobrenatural do Espírito Santo, se coloque na brecha por Israel, haja como intercessor que é, clamando Àquele que vive para interceder pelos Seus!

No Egito, na noite de shabat da semana passada, a turba enfurecida atacou e invadiu a Embaixada de Israel no Cairo… sem qualquer ação imediata da polícia ou do exército egípcio, senão depois de uma intervenção norte-americana… E Israel comprou a paz do Egito, em 1976, pagando com o Sinai…

Na quarta-feira à noite, depois de uma ameaça real da ‘marcha do milhão’, de jordanianos enfurecidos contra Israel, a embaixada de Israel em Aman (com quem Israel tem acordo de paz desde 1994) foi evacuada preventivamente e os funcionários retornaram a Israel, para evitar a ocorrência de Cairo.

Acredita-se que a Síria comece uma guerra contra Israel para desviar os olhos de seu povo aos conflitos internos, onde mais de 2300 pessoas já pereceram. Síria só não teve interferência das nações, por causa das ameaças do Irã, com o apoio de Rússia e China. Entretanto, se Síria atacar Israel (e é sabido que ela tem mísseis direcionadas para aquela nação contendo ogivas químicas e biológicas), pode ser que tenhamos o cumprimento profético de Isaías 17. 1 (com a destruição de Damasco em um momento).

Enquanto tudo isso acontece, hamas de Gaza continua lançando mísseis de pequeno e médio alcance contra as cidades do sul de Israel (Sderot, Ashdod, Beer Sheva…).

No norte de Israel, as comunidades de Shomron estão em alerta, porque várias têm sido as tentativas de ataques aos assentamentos por parte dos árabes.

Israel está para convocar todos os seus reservistas, porque na próxima semana, independente do resultado, conflitos com as massas ‘são esperados.

Diplomaticamente, mesmo com os ataques de Gaza, Turquia, Egito e Jordânia, Israel tem mantido a calma e declarado que os acordos de paz continuam válidos, ao menos de seu ponto de vista, provavelmente para não denegrir sua imagem frente às nações, no período que antecede a votação. Mas, essa condição é extremamente frágil, porque o Estado está sendo ‘atiçado’ por várias frentes. Israel está encurralada como há muito não se via.

DEUS é o que me cinge de força e aperfeiçoa o meu caminho. Faz os meus pés como os das cervas, e põe-me nas minhas alturas. Ensina as minhas mãos para a guerra, de sorte que os meus braços quebraram um arco de cobre. Também me deste o escudo da Tua salvação; a Tua mão direita me susteve, e a Tua mansidão me engrandeceu. Alargaste os meus passos debaixo de mim, de maneira que os meus artelhos não vacilaram. Persegui os meus inimigos, e os alcancei; não voltei senão depois de os ter consumido” (Salmo 18. 32-37)

- com ameaças vindo de todos os lados, que o SENHOR ensine a Israel como distribuir suas Forças de Defesa: que cada um esteja no seu lugar, na sua posição, na hora certa, no momento correto;

- que sejam inteligentes e sábios para saber o que se passa do outro lado da fronteira;

- espias que sejam invisíveis aos olhos do inimigo e delatem os intentos inimigos, a fim de Israel tomar as devidas precauções e até desmantelar seus projetos, em Nome de JESUS;

- que o SENHOR encha os líderes militares de Seu discernimento para antever os movimentos do inimigo e conhecer suas táticas;

- que os inimigos de Israel sejam lançados à confusão e desordem e divididos contra eles mesmos – que haja literal confusão nos arraiais dos inimigos;

- olhos de águia a todo o povo de Israel e, especialmente, àqueles que estão nas linhas de frente (nas espirituais e nas físicas);

- que o SENHOR levante Seu povo em Israel e em todas as nações da Terra para clamar por Sua defesa sobre Seu povo de Israel.

A Coalisão Européia por Israel tem a seguinte declaração estatutária: apóia negociações e opõe-se à ação unilateral, num processo de paz justo baseado em fatos históricos e na Lei Internacional (apontando para San Remo), confirmando que Jerusalém deveria ser preservada como a capital indivisível do Estado judaico de Israel. Somente sob soberania judaica a cidade seguirá aberta aos povos das ‘três religiões monoteístas’. Considera que os assentamentos judaicos não são obstáculo ao processo de paz (como alegam os árabes que vivem em Israel), uma vez que os judeus têm o direito de viver em qualquer parte do mundo (não de acordo com os muçulmanos, cujos países proíbem sequer a visita de um judeu em seus territórios) e, de acordo com a Lei Internacional, eles têm o dever de habitar dentro das fronteiras originais do ‘Mandato para a Palestina’.

E o SENHOR sairá, e pelejará contra estas nações, como pelejou, sim, no dia da batalha. E naquele dia estarão os Seus pés sobre o monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente” (Zacarias 14. 3,4a)

Deixemos Ruach HaKódesh orar através de nós, com gemidos inexprimíveis e com entendimento, revelação e sabedoria  que provém do Alto. Clamemos, gemamos para que:

- a verdade relacionada às decisões legais de San Remo sejam disseminadas entre os líderes e seus conselheiros, influenciando-os a votarem contra a licitação. Isso pode parecer absurdo, mas se algum dos meus leitores tem contato com políticos, divulgue sobre a Conferência de San Remo de 1920 e suas determinações (as informações são públicas e postadas vastamente na internet);

- o SENHOR desperte-nos, intercessores no mundo inteiro, para orarmos por nossos governantes e nações, a fim de que elas não sejam contadas entre as ‘nações bode’ (Mateus 25. 31-46), por causa do modo como trataram os ‘irmãos mais novos’ do MESSIAS YEHOSHUA (YESHUA), os judeus; para que nossas nações não sejam escritas no vale da decisão:

‘Anunciem isto entre as nações: ‘Preparem-se para a guerra! Chamem os guerreiros! Que todos os combatentes se aproximem e ataquem’. Forjem espadas com suas lâminas de arado e lanças com suas podadeiras. Que o fraco diga: ‘Sou forte’. Venham rápido, nações vizinhas, reúnam-se!’. Faze teus guerreiros descer, YHVH! ‘Que as nações sejam incitadas e subam ao vale de Y’hoshafat [YHVH julga]. Pois ali EU Me assentarei para julgar todas as nações vizinhas!’. Empunhem a foice, pois a colheita está madura; venham e pisem, pois a prensa do lagar  está cheia. Os tanques transbordam, pois sua impiedade é grande. Uma multidão tão grande no vale da Decisão! Pois o dia de YHVH está sobre nós no vale da Decisão!… YHVH rugirá deTsion, trovejará de Yerushalaim, o céu e a terra tremerão. No entanto, YHVH será refúgio para Seu povo, uma fortaleza para o povo de Israel” (Yoel 3. 9-16)

- os líderes em Israel sejam cheios da sabedoria, do discernimento, da ousadia, da humildade e da mansidão necessários para o momento; pelo embaixador de Israel nas Nações Unidas, Don Prosor, por um espírito excelente sobre sua vida, como atuou na vida de Daniel, homem consagrado a YHVH. Sejam suas palavras doces como o mel, mas profundas e penetrantes como uma espada afiada de dois gumes, capaz de discernir os intentos e propósitos do coração de cada um dos líderes naquele lugar.;

- somente os discursos e discussões carregados de verdade sejam ouvidos. Palavras torpes e vãs caiam no mar do esquecimento, sejam sementes que não gerem qualquer tipo de fruto, sementes secas, mortas, estragadas, recolhidas pelos anjos do SENHOR e levadas para onde ELE mesmo determinar.

- os anjos ministradores de YHVH, Seus anjos guerreiros encham aquelas salas de reunião (mesmo os lugares dos piores conchavos), e o desentendimento paire naquele lugar, onde ninguém consiga chegar a um consenso sobre as deliberações concernentes a Israel. Que as reuniões relacionadas a esse tema sejam como quando o SENHOR confundiu as línguas para que não pudessem mais entender o que um dizia ao outro:

E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a Terra. Então desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam; e o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro. Assim o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a Terra; e cessaram de edificar a cidade. Por isso se chamou o seu nome Bavel, porquanto ali confundiu (balal) YHVH a língua de toda a Terra, e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda a Terra” (Gênesis 11. 4-9)

- os anjos do SENHOR postem-se em todas as fronteiras áereas, terrestres, subterrâneas, marítimas, submarinas, guardando e zelando por Seu povo de Israel:

Louva, ó Jerusalém, ao SENHOR; louva, ó Sião, ao teu DEUS. Porque fortaleceu os ferrolhos das tuas portas; abençoa aos teus filhos dentro de ti. ELE é o que põe em paz os teus termos, e da flor da farinha te farta” (Salmo 147. 12-14);

- se um estado muçulmano for reconhecido, as nações que mantiveram em campos de refugiados (como no Líbano e Jordânia) os agora milhões de árabes que fugiram (por decisão própria não porque foram expulsos, o que os ‘desqualificaria’ como refugiados, propriamente ditos) de Israel durante a guerra de independência, em 1948-49, poderão querer expulsá-los de volta às fronteiras de Israel, o que aumentará a ameaça de sobrevivência a um país, cujas fronteiras ‘seguras’ terão sido previamente removidas:

Quando TU disseste: Buscai o Meu rosto; o meu coração disse a ti: O Teu rosto, SENHOR, buscarei. Não escondas de mim a Tua face, não rejeites ao Teu servo com ira; TU foste a minha ajuda, não me deixes nem me desampares, ó DEUS da minha salvação. Porque, quando meu pai e minha mãe me desampararem, o SENHOR me recolherá. Ensina-me, SENHOR, o Teu caminho, e guia-me pela vereda direita, por causa dos meus inimigos. Não me entregues à vontade dos meus adversários; pois se levantaram falsas testemunhas contra mim, e os que respiram crueldade. Pereceria sem dúvida, se não cresse que veria a bondade do SENHOR na terra dos viventes. Espera no SENHOR, anima-te, e ELE fortalecerá o teu coração; espera, pois, no SENHOR” (Salmo 27. 8-14)

Possamos consolar Israel com essas palavras de incentivo, buscando por aqueles que não crêem para que sejam fortalecidos e seus olhos desnudados para que vejam o Grande Exército que é por eles (2 Reis 6. 17);

- o Corpo do MESSIAS nas nações vizinhas a Israel sejam fortalecidos, recebam poder, autoridade e ousadia do Alto para pregar o Evangelho em alta voz e denunciar as práticas do inimigo que tentam puxar suas nações para o abismo da decisão errada. Que o SENHOR os guarde nessa empreitada de denúncia, assim como a todos nós diante de nossos governos. Que sejam dias de verdadeiro saque ao inferno para que muitos sejam introduzidos no Reino de YHVH;

O irmão Rick Ridings, diretor da Sucat Halel em Jerusalém, sugeriu algumas Escrituras como base de intercessão durante esses dias difíceis por que passa Israel:

Porquanto os meus inimigos retornaram, caíram e pereceram diante da Tua face. Pois TU tens sustentado o meu direito e a minha causa; TU Te assentaste no tribunal, julgando justamente; repreendeste as nações, destruíste os ímpios; apagaste o seu nome para sempre e eternamente… Os gentios enterraram-se na cova que fizeram; na rede que ocultaram ficou preso o seu pé. O SENHOR é conhecido pelo juízo que fez; enlaçado foi o ímpio nas obras de suas mãos (Higaiom; Selá.)” (Salmo 9. 3-5,15,16);

O SENHOR desfaz o conselho dos gentios, quebranta os intentos dos povos. O conselho do SENHOR permanece para sempre; os intentos do Seu coração de geração em geração. Bem-aventurada é a nação cujo DEUS é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para Sua herança. O SENHOR olha desde os céus e está vendo a todos os filhos dos homens. Do lugar da Sua habitação contempla todos os moradores da Terra… Não há rei que se salve com a grandeza dum exército, nem o homem valente se livra pela muita força. O cavalo é falaz para a segurança; não livra ninguém com a sua grande força. Eis que os olhos do SENHOR estão sobre os que O temem, sobre os que esperam na Sua misericórdia; para lhes livrar as almas da morte, e para os conservar vivos na fome. A nossa alma espera no SENHOR; ELE é o nosso auxílio e o nosso escudo. Pois nELE se alegra o nosso coração; porquanto temos confiado no Seu Santo Nome. Seja a Tua misericórdia, SENHOR, sobre nós, como em Ti esperamos” (Salmo 33. 10-22);

Assim diz o SENHOR, acerca de todos os Meus maus vizinhos, que tocam a Minha herança, que fiz herdar ao Meu povo Israel: Eis que os arrancarei da sua terra, e a casa de Judá arrancarei do meio deles. E será que, depois de os haver arrancado, tornarei, e Me compadecerei deles, e os farei voltar cada um à sua herança, e cada um à sua terra. E será que, se diligentemente aprenderem os caminhos do Meu povo, jurando pelo Meu Nome: Vive o SENHOR, como ensinaram o Meu povo a jurar por baal; então edificar-se-ão no meio do Meu povo. Mas se não quiserem ouvir, totalmente arrancarei a tal nação, e a farei perecer, diz o SENHOR” (Jeremias 12. 14-17) – esse é o plano de paz que YHVH estabeleceu para a região;

Ao ver isso, Ashkelon ficará aterrorizada; Azah (cidade de Gaza) também se contorcerá de dor; do mesmo modo Ecron, quando suas esperanças forem destruídas. O rei desaparecerá, Ashkelon ficará despovoada, e um povo misturado viverá em Ashdod, enquanto destruo o orgulho dos p’lishtim. Darei fim ao seu consumo de carne com sangue, tirando o que é repugnante dentre seus dentes. No entanto, o remanescente pertencerá a ELOHEINU; será como um clã em Yehudah; e Ecron serão como o y’vusi (jebuseu) ” (Zacarias 9. 5-7)

As duas últimas Escrituras mostram um futuro de esperança aos árabes que vivem em Israel, desde que se conformem à vontade do SENHOR, o Dono da terra (assim como o povo de Israel deve fazer). Quando os árabes que ali vivem disserem como Rut: ‘teu DEUS será o meu DEUS’, então haverá paz real entre esses dois povos! Clamemos para que os muçulmanos possam reconhecer na Pessoa do MESSIAS de Israel o Único e Verdadeiro MESSIAS deles mesmos; que possam dizer a um judeu: “Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Naquele dia sucederá que pegarão dez homens, de todas as línguas das nações, pegarão, sim, na orla das vestes de um judeu, dizendo: ‘Iremos convosco, porque temos ouvido que DEUS está convosco’” (Zacarias 8. 23).

- sejam as nações consideradas como nada, seu conselho caia por terra, em Nome de JESUS. Seja a vontade perfeita de YHVH cumprida em nossos dias, para que somente o Seu Nome seja exaltado. Se tudo isso é o tempo do SENHOR, clamemos para que ELE derrame Sua graça, Sua força sobre Seu povo de Israel; clamemos por estratégias divinas sobre como responder a tudo isso, em Nome de JESUS:

Eis que o SENHOR DEUS virá com poder e Seu braço dominará por ELE; eis que o Seu galardão está com ELE, e o Seu salário diante da Sua face. Como pastor apascentará o Seu rebanho; entre os Seus braços recolherá os cordeirinhos, e os levará no Seu regaço; as que amamentam guiará suavemente. Quem mediu na concha da Sua mão as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da Terra e pesou os montes com peso e os outeiros em balanças? Quem guiou o Espírito do SENHOR, ou como Seu conselheiro o ensinou? Com quem tomou ELE conselho, que LHE desse entendimento, e LHE ensinasse o caminho do juízo, e LHE ensinasse conhecimento, e LHE mostrasse o caminho do entendimento? Eis que as nações são consideradas por ELE como a gota de um balde, e como o pó miúdo das balanças; eis que ELE levanta as ilhas como a uma coisa pequeníssima. Nem todo o Líbano basta para o fogo, nem os seus animais bastam para holocaustos. Todas as nações são como nada perante ELE; ELE as considera menos do que nada e como uma coisa vã. A quem, pois, fareis semelhante a DEUS, ou com que O comparareis?” (Isaías 40. 10-18)

Irã continua sua corrida rumo à energia nuclear, reconhecendo, em discurso aberto que o seu objetivo não é outro senão o militar. Que a ameaça que esta nação representa não se dilua entre tantas outras coisas que estão acontecendo nesses dias, ainda que o Irã seja o vice-presidente da 66ª sessão da Assembléia Geral da ONU.

- que o SENHOR Se assente no trono do Elão, destronando o rei e seus príncipes (aiatolá ali khamenei, ahmadinejad e os imans iranianos que controlam o país), de acordo com Sua Palavra em Jeremias 49. 34-39;

- sabedoria aos líderes em Israel para saber como agir com o Irã, o que fazer e quando fazer;

- seguimos clamando por um terremoto que engula as instalações nucleares (edificadas em locais com vários metros abaixo do solo), como proteção contra ataques aéreos. Como já estão enterrados, que sejam essas instalações engolidas pela terra, em Nome de JESUS;

- proclamemos o que diz o SENHOR a respeito de Israel – que ela será próspera nas terras de Israel e não serão apagadas do mapa (Salmo 83; Ezequiel 36; Jeremias 31 – 33);

- que o SENHOR responda ao Irã e a todas as nações que ameaçam a Israel, como ELE respondeu às ameaças de senaqueribe, no cerco assírio contra Israel. Faça o SENHOR o mesmo que fez àquele, uma vez que os inimigos de Israel estão afrontando a ELOHEI Israel, o DEUS de Israel. Seja o Seu Nome exaltado e de todos os que se levantam contra ELE envergonhado (Isaías 37).

Clamemos para que o SENHOR continue Seu soberano trabalho de aliyah, a despeito das ameaças intensas desses dias (Ezequiel 37. 3-6). Que Seu povo seja atraído a Israel com amor, e não dirigidos pelo ódio crescente das nações. Que tenham capacidade de retornar a Israel por desejo de servir a DEUS e sua nação, Israel. Que o Corpo do MESSIAS nas nações possa dirigir, incentivar, apoiar em orações e financeiramente aos judeus que se encontram ainda no cativeiro das nações. Abra o SENHOR as janelas celestiais para alterar a lei de retorno e garantir direitos iguais aos judeus messiânicos; que a lei do retorno seja estendida para os anussim (os descendentes daqueles que foram forçados à prática do catolicismo durante a inquisição). Que a economia em Israel seja aquecida e portas de trabalho para todos os habitantes e os que virão existam, em Nome de JESUS. A justiça social seja a Bíblica e não aquela que está nos livros de filosofia.

Clamemos pela unidade em Israel, aquela que foi profetizada por Ezequiel, na visão das duas varas juntas, tornando-se uma só vara na mão do profeta de YHVH (Ezequiel 37. 15-17,22).

Leiamos Joel 3, Isaías 34 e 63, Salmo 94 – Escrituras que nos alertam o dia da vingança do SENHOR pela causa de Tsion (Isaías 34. 8). O vale de Y’hoshafat é a prensa de vinho da Sua ira, na qual ELE congregará as nações. Em breve, se já não começou, iniciará Seu tratamento com elas, amassando-as como uvas sob Seus pés. Que terrível será Seu julgamento.

Que nossos olhos sejam abertos pelo SENHOR e Sua misericórdia e Seu amor nos constranjam a vivermos de acordo com Seus padrões e Sua perfeita vontade.
Nesses dias, que o doce Ruach HaKódesh nos tome em real intercessão por tudo aquilo que arde no coração do nosso PAI.

Com amor no MESSIAS de Israel, YEHOSHUA,

Marciah Malkah

Jessica Mendonça (159 Posts)


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