26.12.2013 – Oremos pela Coréia do Norte

26/12/2013 01h10 - Atualizado em 26/12/2013 03h09

Coreia do Norte reforça fronteira para evitar deserções, segundo Seul.

Medida foi tomada após execução do número dois do regime comunista.
Para a Coreia do Sul, a morte do tio de Kim Jong-un gerou instabilidade.

 Da agência EFE
Coreia do Norte endureceu os controles fronteiriços para evitar a fuga de cidadãos após a recente execução de Jang Song-thaek, tio do líder Kim Jong-un e ex-número dois do regime, segundo fontes do governo sul-coreano.
Foto divulgada nesta sexta-feira (13) pela agência de notícia sul-coreana Yonhap mostra o tio do ditador norte-coreano Kim Jong-un na quinta (12), antes de ser executado. Jang Song Thaek era o nº 2 no poder e foi executado por traição, informou o governo. (Foto: Reuters/Yonhap; Reuters/KCNA)Foto divulgada em 13 de dezembro pela agência de notícia sul-coreana Yonhap mostra o tio do ditador norte-coreano Kim Jong-un na quinta (12), antes de ser executado. Jang Song Thaek era o nº 2 no poder e foi executado por traição, informou o governo. (Foto: Reuters/Yonhap; Reuters/KCNA)

Os guardas norte-coreanos encarregados de vigiar a fronteira de mais de 1.400 quilômetros com aChina se puseram em alerta máximo para deter todos que tentarem escapar, informou nesta quinta-feira (26) a agência sul-coreana ‘Yonhap’, que cita um alto funcionário de Seul.

A fonte também assegurou que Pyongyang também enviou seus agentes à China para que cooperem com as autoridades locais na hora de detectar os norte-coreanos que tenham desertado e enviá-los outra vez a seu país.

O suposto novo reforço da vigilância fronteiriça por parte da Coreia do Norte acontece depois da execução de Jang Song-thaek, um inesperado acontecimento que representou a maior mudança política no Estado comunista desde a morte de Kim Jong-il há pouco mais de dois anos.

Retrato de Kim Jong-un é queimado por manifestantes em protesto em Seul, Coreia do Sul, marcando os dois anos desde a morte do antigo ditador da Coreia do Norte, Kim Jong-il, pai de Jong-un. (Foto: Ahn Young-joon/AP)Retrato de Kim Jong-un é queimado em protesto
em Seul, Coreia do Sul, no início de dezembro.
(Foto: Ahn Young-joon/AP)

As autoridades da Coreia do Sul acham que a execução de Jang, anunciada no último dia 13, pode ter gerado instabilidade política no seio do regime de Kim Jong-un, embora o extremo hermetismo de Pyongyang torne difícil comprovar esta possibilidade.

Neste sentido, a Coreia do Norte poderia ter reforçado os controles fronteiriços para evitar que a crise política se traduza em fugas maciças de seus cidadãos golpeados pela fome e repressão.

Milhares de norte-coreanos tentam fugir a cada ano à mais próspera Coreia do Sul e, para isso, enfrentam um caminho de milhares de quilômetros que começa atravessando a fronteira rumo à China.

Os desertores devem evitar os controles policiais da China, já que o país não reconhece o status de refugiados e os repatria, e percorrer milhares de quilômetros até alcançar um terceiro país, geralmente Tailândia ou Laos, onde pedem asilo na embaixada sul-coreana, que os leva para Seul.

Mais de 26 mil norte-coreanos conseguiram escapar de seu país nas últimas seis décadas e instalar-se na Coreia do Sul.

Análise da Notícia: Estamos sempre orando e cremos que este regime abusivo e louco da CN cairá, em Nome de Jesus, o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores! Como Deus fez com Faraó, também haverá a queda deste governante insensato. Em Cristo JESUS, Pra. Régina de Oliveira

Pra. Régina (205 Posts)

Sou pastora da Igreja Batista Jesus é a Vida desde 2007. Sou casada com o pastor Inerves Filho e temos duas lindas crianças, Ana Regina e Cristiano, de 11 e 5 anos. Vivo para servir a Deus, buscando cumprir cabalmente a missão que Ele nos deu.


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